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Brasil agrega vantagens únicas para atrair Data Centers globais

Sustentabilidade energética, Conectividade internacional e estabilidade geopolítica posicionam o País como novo hub digital da América Latina

O Brasil está cada vez mais preparado para se consolidar como um dos principais destinos mundiais para instalação de Data Centers. A avaliação é da Arqia, empresa de referência em soluções de Conectividade e infraestrutura IoT no Brasil, e parte do grupo Wireless Logic, empresa global em IoT, que vem acompanhando de perto a expansão digital e o avanço da infraestrutura tecnológica nacional.

Em um cenário impulsionado por Inteligência Artificial, Computação em Nuvem e Big Data, a Arqia aponta que o País reúne vantagens estratégicas que o colocam à frente de outros mercados emergentes, combinando energia limpa, Conectividade internacional e estabilidade geopolítica, três fatores fundamentais para a atração de novos investimentos no setor de Data Centers.

No contexto latino-americano, o País responde por aproximadamente 83% da capacidade de Data Centers da região

“A Arqia tem acompanhado esse avanço de perto, integrando projetos de Conectividade e IoT que sustentam o crescimento de Data Centers, cidades inteligentes e ecossistemas digitais em todo o País. Para a empresa, o movimento evidencia a importância de um planejamento digital de longo prazo, com foco em eficiência, sustentabilidade, proteção da propriedade de Dados e Segurança destes Dados”, destaca Daniel Tibor Fuchs, diretor de Inovação da Arqia.

Entre os diferenciais brasileiros, a matriz energética é um dos principais destaques. Cerca de 86% da eletricidade nacional é proveniente de fontes renováveis: hidrelétricas, solares e eólicas. Esse perfil sustentável não apenas reduz custos operacionais, mas também fortalece a agenda ESG, um dos pilares de atuação da Arqia e um requisito cada vez mais determinante para investidores internacionais.

Outro ponto de destaque é a posição geográfica privilegiada do País. O Brasil é um dos principais hubs do Atlântico Sul, com cabos submarinos intercontinentais conectando o território à África, Europa e América do Norte. Fortaleza (CE) já é reconhecida globalmente como um dos maiores pontos de interconexão de Dados do Hemisfério Sul, com mais de 15 cabos internacionais ativos, incluindo o South Atlantic Cable System (SACS) e o South Atlantic Inter Link (SAIL), garantindo baixa latência, alta redundância e maior eficiência no tráfego global de Dados. Em contraste com regiões de alta instabilidade, como o Oriente Médio, onde conflitos recentes afetaram o tráfego da internet global com o rompimento de cabos submarinos, o Brasil oferece Segurança jurídica e estabilidade democrática, fatores decisivos para empresas que priorizam continuidade operacional e proteção de infraestrutura crítica.

Ainda neste primeiro semestre, o Brasil deverá atingir 815 MW de capacidade instalada em Data Centers, com uma adição prevista de 220 MW ao longo do ano, representando um crescimento de cerca de 37% sobre o estoque anterior. No contexto latino-americano, o País responde por aproximadamente 83% da capacidade de Data Centers da região.

Daniel Tibor Fuchs, diretor de Inovação da Arqia

“Com projeções que apontam para até 500 Data Centers em operação no Brasil nos próximos 10 a 12 anos, associadas a uma demanda energética estimada em 2,5 GW, o País está desenhando um cenário muito favorável para quem quer liderar no mundo digital, e a Arqia está pronta para ser parte ativa dessa transformação”, explicou o executivo. .

De acordo com levantamentos da GlobalData e Gartner, o mercado brasileiro de infraestrutura digital deve ultrapassar US$ 3,2 bilhões até o fim de 2025, um crescimento acumulado de mais de 70% em relação a 2020. Esse avanço é impulsionado por investimentos de grandes corporações globais, como Google, Microsoft, Amazon e Huawei, que enxergam no país uma base estratégica para atender à crescente demanda de serviços em nuvem em toda a América Latina.

“Se o governo Brasileiro emplacar uma legislação onde a autoridade dos dados se vincula com o País com o qual o Datacenter está conectado (no caso de Data Centers não conectados com a Internet Brasileira), então as possibilidades são infinitas”, concluiu Fuchs.

Serviço
arqia.com.br

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