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No ERP AI-Centric, a Inteligência Artificial é o núcleo da plataforma de gestão, diz Senior Sistemas

Em 2025, a Senior lançou mais de 50 agentes inteligentes voltados para setores como Indústria, construção, agronegócio, logística e serviços, todos integrados ao seu ERP

No ERP AI-Centric, a Inteligência Artificial é o núcleo da plataforma de gestão, diz Senior Sistemas

A Inteligência Artificial (IA), especialmente em sua vertente generativa, deixou de ser tendência e tornou-se diferencial competitivo nas empresas. Muito além da automação de tarefas, a IA redefine modelos de gestão, influencia decisões estratégicas, orienta a alocação de recursos e otimiza operações em tempo real.

Nesse cenário de Transformação Digital acelerada, destaca-se o conceito de ERP AI-Centric: um modelo em que a Inteligência Artificial não é acessório, mas o núcleo das plataformas de gestão empresarial. Diferentemente de soluções tradicionais, esses sistemas são concebidos desde a base para operar com IA, incorporando interações inteligentes, análises preditivas e automação de decisões.

No Brasil, a Senior Sistemas, desenvolvedora nacional de software de gestão, afirma que incorpora recursos de IA em seus produtos desde 2015 e deu um passo além ao aplicar a IA generativa em seus ERPs, tornando-se a primeira do País a integrar essa tecnologia.

Estamos construindo um novo paradigma, no qual a IA assume protagonismo na tomada de decisão. Isso exige mais do que tecnologia; requer mudança de cultura, estratégia e mentalidade das lideranças

Em 2025, a Senior lançou mais de 50 agentes inteligentes voltados para setores como Indústria, construção, agronegócio, logística e serviços. Integrados ao ERP como assistentes conversacionais, eles interpretam a linguagem natural, acessam dados em tempo real, produzem análises e executam ações automatizadas, ampliando a capacidade de resposta das empresas.

Segundo o diretor-executivo de Marketing e Produto da Senior, Jean Paul Vieira, o modelo AI-Centric representa uma mudança estrutural nos sistemas de gestão. “A Inteligência Artificial assume tarefas repetitivas e libera profissionais para atividades criativas e analíticas. O software deixa de ser apenas ferramenta de controle e passa a atuar como conselheiro digital dos negócios”, afirma.

Com esse avanço, empresas que adotam o modelo AI-Centric elevam a produtividade, reduzem custos operacionais e fortalecem a tomada de decisões estratégicas, posicionando o ERP como agente ativo na evolução dos negócios.

Evento destaca o protagonismo da inteligência artificial na gestão empresarial

São Paulo receberá em 7 de outubro o Senior Experience 2025, um dos principais encontros de inovação corporativa do País. O evento reunirá cerca de 2 mil líderes e executivos no Transamerica Expo Center para discutir os rumos da gestão no Brasil, com foco na Inteligência Artificial. Promovido pela Senior, o encontro terá como destaque o conceito de ERP AI-Centric, modelo em que a IA deixa de ser recurso adicional e passa a ocupar o centro das decisões empresariais.

Durante o evento, os participantes terão acesso a casos práticos de aplicação da IA na gestão de negócios, com demonstrações ao vivo dos agentes inteligentes desenvolvidos pela Senior. Entre os destaques está o case da Rohden, maior fabricante de portas do Brasil, que implantou um agente de IA para gestão de pessoas. A solução apoia líderes de RH em feedbacks, planos de desenvolvimento e avaliações. Com mais de 70 gestores utilizando a ferramenta e cerca de 380 interações mensais, a empresa já registra ganhos de até duas horas semanais por gestor, agora dedicadas a atividades estratégicas.

Além das demonstrações da Senior, o evento contará com especialistas de empresas globais de tecnologia, como Oracle, IBM e AWS, que compartilharão suas visões sobre o impacto da IA nos negócios.

Segundo Jean Paul Vieira, a proposta do evento é provocar reflexão sobre o papel da liderança no novo cenário digital. “Estamos construindo um novo paradigma, no qual a IA assume protagonismo na tomada de decisão. Isso exige mais do que tecnologia; requer mudança de cultura, estratégia e mentalidade das lideranças. Nosso papel como desenvolvedores é preparar esses líderes e suas organizações para essa transição”, afirma.

 

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