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Context começa 2025 com planos de expansão acelerada na América Latina

Operações na Argentina, Brasil e Colômbia crescem. México, Chile e Caribe devem ganhar operação em breve

Context começa 2025 com planos de expansão acelerada na América Latina

Um ano de conquista e expansão. De de acordo com a empresa, essas são as palavras que podem resumir o bom período vivido pela Context na América Latina em 2024 – com expectativa de ampliação ao longo desse ano. A análise foi compartilhada por Astrid Ureel, diretora-geral da empresa na Argentina, Chile e Colômbia, e Constanza Caminos, diretora-geral para o Brasil e gerente de desenvolvimento de Negócios para a América Latina.

O objetivo, dizem as executivas, é que a Context se torne cada vez mais uma parceira dos distribuidores de tecnologia tanto no Brasil como em toda a América Latina. Até aqui são três países com presença da empresa – Argentina, Brasil e Colômbia – com expectativa de chegar ao México e ao Chile ainda em 2025.

No último ano, as negociações com distribuidores brasileiros avançaram, com a publicação do primeiro painel de vendas programada para o segundo trimestre desse ano, em parceria e com o apoio da Abradisti – Associação Brasileira da Distribuição de Tecnologia da Informação. No México, o trabalho também já começou. A Colômbia deve ganhar um country manager próprio em breve, que também cuidará da operação andina. O time regional deve crescer ao longo de 2025 para dar conta da demanda.

O que buscamos é unir todo o Canal de TI através de uma linguagem comum e objetiva para que todos os stakeholders possam tomar boas decisões e crescer  

A operação mais consolidada da empresa na região é justamente a Argentina, em que a Context atua desde 2018. Atualmente são 18 distribuidores provendo Dados, o que significa uma cobertura de mais de 80% da distribuição local de tecnologia e um painel já consolidado, além de um mercado que se beneficia amplamente.

“Na Colômbia estamos começando, mas já vemos muito interesse. Vários grandes distribuidores aceitaram se unir ao painel”, conta Astrid, que também lidera a operação colombiana, iniciada em meados de 2024, mesmo ano que a brasileira.

“Somos uma fonte objetiva e um ente que trabalha de forma independente. O que buscamos é unir todo o Canal de TI através de uma linguagem comum e objetiva para que todos os stakeholders possam tomar boas decisões e crescer”, explica a executiva.

Constanza Caminos, diretora-geral da Context para o Brasil

Constanza relembra que o trabalho das duas country managers na América Latina começou justamente no ano passado, uma mudança de estratégia da companhia na região. O objetivo de ambas é aumentar as informações colhidas nesses mercados para ajudar os distribuidores locais a tomarem melhores decisões, considerando que ainda há uma parcela considerável do mercado “no escuro”.

“No caso brasileiro o volume de negócios é muito maior [que na Argentina ou Colômbia], mas o que é vendido via distribuição é menor. Na Argentina são 70% de todas as vendas de TI, enquanto no Brasil está entre 35% a 40%. Na Colômbia é menos de 40%. Nos países da Europa chega a 70%”, enumera Constanza.

Segundo ela, é de interesse dos fabricantes mundiais conhecer melhor as redes de venda e distribuição tanto na América Latina como na região Ásia- Pacífico, de modo a calibrar suas estratégias de produção e marketing, por exemplo.

2025: expansão regional
Constanza explica que esse ano deve ser de expansão para a Context na América Latina. O objetivo é levar essa “linguagem comum” ao México e ao Chile, para no futuro cobrir o Caribe e outros países da América do Sul. A ideia é fortalecer o Canal de distribuição, considerando inclusive que muitos players atuam em mais de um desses territórios.

“A Argentina é um bom caso de estudo porque temos muitos anos de trabalho no país”, salienta Astrid, mencionando o ambiente de negócios instável e desafiador do nosso vizinho ao longo dos anos. “A economia em particular, na Argentina, é muito desafiadora. Ela muda continuamente. Mas os vendors se adaptam, são muito fortes.”

Diante de tantos desafios, comuns à América Latina em diferentes proporções, ter Dados em tempo real dos negócios é “fundamental”, lembra Constanza. “A adaptação ou resistência para que uma empresa tome decisões em momentos de crise é muito importante. No caso do Brasil, são anos desafiadores em energia solar e outras categorias, e os distribuidores não têm informações”, lembra ela.

“Nós solucionamos muitos problemas dos distribuidores. Bons Dados permitem tomar boas decisões e estratégias para expandir os negócios. Acessar essa informação dá muito trabalho, leva tempo e exige muita especialização, e exige gente muito capacitada para detectar problemas”, lembra Astrid. “A Context é uma organização independente. Os stakeholders confiam em nós. É uma questão de tempo e confiança.”

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