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Cibersegurança: L8 Security divulga Pentest inédito no Brasil

Ferramenta que identifica vulnerabilidades na rede foi incorporada ao portfólio de soluções corporativas da L8 Security; o Brasil é o segundo país do mundo em volume de ataques cibernéticos

Cibersegurança: L8 Security divulga Pentest inédito no Brasil

O volume de ataques cibernéticos vem crescendo de forma exponencial em todo o mundo, fazendo milhares de vítimas todos os anos. Segundo Dados do Panorama de Ameaças para a América Latina 2024, o Brasil é o segundo país mais visado pelos hackers, com cerca de 700 milhões de tentativas de invasão registradas em 12 meses. Por isso, o uso de ferramentas tecnológicas para testar a inviolabilidade das redes digitais e identificar as possíveis falhas, como o Pentest ‘ou teste de penetração/intrusão em português’, tem se tornado comum no ambiente corporativo.

“O Pentest é uma ferramenta que pode ajudar os gestores de Tecnologia da Informação a protegerem melhor os seus ativos de informática, corroborando para segurança da informação e a proteção de Dados de clientes e colaboradores”, alerta Fábio Fukushima, diretor da L8 Security, empresa especializada em segurança da informação e que trouxe ao Brasil uma solução inédita de teste de intrusão.

Isso demonstra aos clientes, investidores e parceiros que a empresa está comprometida com a segurança da informação, contribuindo para a reputação da marca no mercado 

“Buscamos uma solução diferenciada do que existe atualmente no mercado brasileiro para que as redes corporativas possam ser testadas com o que há de mais moderno na área de cibersegurança”, explica Leandro Kuhn, CEO da L8. No Pentest os auditores agem como os hackers fariam para invadir uma determinada rede. O objetivo é identificar as falhas ocultas no sistema e avaliar o impacto que essas falhas podem representar à empresa, caso elas sejam exploradas pelos criminosos em um ataque real.

“É uma prática comum nas grandes empresas há algum tempo, mas com o avanço dos crimes cibernéticos, muitas empresas de médio e pequeno porte, que também estavam vulneráveis, passaram a utilizar esta ferramenta”, afirma Fábio Fukushima. “Isso demonstra aos clientes, investidores e parceiros que a empresa está comprometida com a segurança da informação, contribuindo para a reputação da marca no mercado”, complementa.

Lei Geral de Proteção de Dados
Fábio Fukushima ressalta ainda que as medidas preventivas reduzem os custos da empresa, uma vez que é mais barato evitar que o ataque ocorra do que arcar com os custos de recuperação após uma invasão. Além disso, o vazamento de Dados sensíveis expõe a fragilidade da companhia, que pode ser enquadrada na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). “Este tipo de informação pode vazar de diferentes maneiras, mas em muitos casos o fator humano é determinante. Por isso é importante medir o nível de conscientização sobre segurança da informação entre os funcionários da empresa para adotar as medidas preventivas cabíveis”, alerta Fábio Fukushima ao lembrar que esta é uma das análises entregues nos testes de intrusão.

A LGPD entrou em vigor em setembro de 2020 e determina as responsabilidades das pessoas jurídicas sobre o tratamento, armazenamento e compartilhamento de informações sigilosas de clientes e colaboradores. As punições para as empresas que descumprirem a lei vão desde advertência, multas (que podem chegar a R$50 milhões), publicização da infração e suspensão parcial ou bloqueio da base de Dados.

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