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ABINC reforça a importância de unir empresas do mercado de TI e Telecom para o desenvolvimento da Internet das Coisas no Brasil

Associação marca presença na 3ª edição da IoT Latin America para incentivar a troca de informações e fomentar a atividade comercial do setor

São Paulo (SP) – O avanço da tecnologia tem trazido cada vez mais atenção ao conceito de Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês). A possibilidade de conectar qualquer dispositivo à internet pode impactar diretamente nos negócios, na cultura e na vida em sociedade de forma geral. Com o seu uso ainda limitado, inclusive no Brasil, diversas iniciativas têm despontado com o intuito de difundir e popularizar o uso desta ferramenta que já está trazendo avanço nas áreas agrícola, automotiva, saúde, transporte e mobilidade e tantas outras que podem impactar diretamente na vida das pessoas. Esta forte tendência pode ser vista mais de perto na 3ª edição do IoT Latin América, o mais importante evento B2B exclusivamente voltado ao setor de IoT e com foco e geração de negócios na América Latina.

Para cumprir o seu objetivo de incentivar a troca de informações, fomentar a atividade comercial, promover atividades de pesquisa e desenvolvimento, atuar junto às autoridades governamentais envolvidas no âmbito da IoT e representar e fazer parcerias internacionais com entidade do setor, a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) marca presença no evento, que acontece nos dias 29 e 30 de agosto.

Para Flávio Maeda, Presidente da ABINC, não existe indústria que ficará à margem das transformações proporcionadas pela Internet das Coisas: “Todas as verticais de negócios já possuem casos de uso de IOT com destaque para o Varejo, Saúde, Transporte e Logística, Energia, Manufatura (com a chamada Indústria 4.0), Agronegócio, Seguros e Cidades Inteligentes. A Internet das Coisas proporcionará ganhos de eficiência e redução de custos na casa de trilhões de dólares. Mas o principal fator de importância econômica serão os novos Modelos de Negócios que atualmente só existem no mundo digital da Internet, mas que trarão receita incremental para todas as verticais de negócios do mundo físico”, afirma.

Para o Brasil se posicionar, rapidamente, como um player mundial de peso em Internet das Coisas é condição primordial a formação de um ecossistema forte e robusto. Marcando presença em eventos e discussões sobre o setor, a ABINC busca representar, de forma agnóstica, todos os participantes interessados nessa evolução, sejam grandes ou pequenas empresas (incluindo as startups): “A cooperação é condição vital de sucesso na Internet das Coisas”, enfatiza Maeda.

A IoT em números
A expectativa para o setor é de que até 2020 cerca de 25 trilhões de equipamentos estejam integrados a sistemas inteligentes em todo o mundo, atendendo 4 bilhões de pessoas conectadas em cerca de 25 milhões de aplicativos disponibilizando cerca de 50 trilhões GBs de dados.

Por isso a IoT já é considerada a mais promissora plataforma de tecnologia do mundo e deve movimentar US$ 19 trilhões até a próxima década, segundo previsões da Cisco, líder mundial em TI e redes. Deste montante, a América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, sendo o Brasil o detentor de US$ 352 bilhões – US$ 70 bilhões por parte do setor público e US$ 282 bi do privado. Na sequência vêm México, com US$ 197 bilhões, Argentina, com US$ 79 bilhões, e Colômbia, com US$ 64 bilhões.

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