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SAS cresce base de clientes em 10% em 2016

Vendas de software aumentaram 9%, sendo que os parceiros do SAS tiveram influência em quase um terço de todas as vendas globais
SAS cresce base de clientes em 10% em 2016

O ano de 2016 foi especial para o SAS e resultou em crescimento da operação. Segundo o presidente do SAS na América Latina, Conrado Leister, as áreas de Fraude e Customer Intelligence representaram mais da metade das vendas. No mundo, a empresa faturou US$ 3,2 bilhões em receita total. As vendas de software aumentaram 9%, sendo que os parceiros do SAS tiveram influência em quase um terço de todas as vendas globais.

“Com o amadurecimento da Internet das Coisas, o setor de manufatura também passa a demandar por muitas das novas soluções de inteligência oferecidas pelo SAS”, Conrado Leister

Entre as indústrias de atuação da companhia, destaque para serviços financeiros (incluindo o mercado de seguradoras), telecomunicações, governo e varejo. Essas áreas representaram cerca de 80% das vendas do SAS no Brasil. Os outros 20% tiveram destaque com as indústrias de Serviços, Manufatura e Healthcare. Para 2017, além dessas verticais, a operação brasileira inclui o setor de manufatura, devido à expansão de Internet das Coisas.

O crescimento no número de clientes em 2016 foi de cerca de 10%, impulsionado pelo aumento significativo do ticket médio de aquisição. Esse número demonstra o valor que os clientes estão encontrando nas soluções do SAS para os seus negócios. A taxa de renovação de contratos segue elevada, dando continuidade a uma média histórica de vários anos do SAS, na ordem de 98%.

Depois de focar esforços em 2016 em RaaS (Result as a Sevice), parte das soluções que oferece no segmento de Cloud, em 2017 a empresa trabalhará sua nova arquitetura de software, o SAS Viya, que consolida todas as soluções SAS em uma única plataforma, mas também abre espaço para que programas Open Source rodem de forma integral dentro do SAS. Há iniciativas de desenvolvimento de aplicações de Machine Learning e Inteligência Artificial.

Para 2017, o foco do SAS no Brasil continua voltado para as áreas onde se mantém em destaque, mas outras já estão nos planos da empresa, segundo Conrado Leister. “Com o amadurecimento da Internet das Coisas, o setor de manufatura também passa a demandar por muitas das novas soluções de inteligência oferecidas pelo SAS”, diz.

No País, a região Sudeste continua liderando em termos de volume de negócios, sendo responsável por cerca de 80% da receita do SAS em 2016. As regiões Centro-Oeste, especialmente em Brasília, e Sul foram as que mais cresceram no período e por isso passaram a integrar o foco de expansão para o SAS em 2017, sendo a região Sul uma das mais promissoras.

A Ásia-Pacífico e a América Latina foram as regiões de maior crescimento. A razão, segundo a empresa, é que os clientes locais fizeram usos mais estratégicos do Analytics. Em todas as outras regiões, houve crescimento de receita das principais tecnologias do SAS, incluindo Data Management, Analytics e Business Intelligence. Entre as verticais, os setores bancário, governo e a saúde foram os que mais cresceram.

O crescimento no número de clientes em 2016 foi de cerca de 10%, impulsionado pelo aumento significativo do ticket médio de aquisição. Esse número demonstra o valor que os clientes estão encontrando nas soluções do SAS para os seus negócios. A taxa de renovação de contratos segue elevada, dando continuidade a uma média histórica de vários anos do SAS, na ordem de 98%.

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