
A Transformação Digital nas empresas brasileiras atingiu um novo patamar de maturidade com a adoção de sistemas que “aprendem” e executam tarefas burocráticas. O objetivo é libertar os profissionais da carga exaustiva de atividades repetitivas, permitindo que eles se dediquem ao que a tecnologia ainda não substitui: o pensamento estratégico e a criatividade. Essa mudança é sustentada por três pilares tecnológicos que, embora distintos, trabalham como uma engrenagem única para aumentar a competitividade no ambiente corporativo.
Para compreender como essa revolução acontece na prática, é necessário desmistificar as siglas que hoje dominam o setor de tecnologia. O RPA (Automação Robótica de Processos) funciona como um “braço executor” digital, realizando tarefas simples e repetitivas, como preencher formulários ou mover arquivos, com velocidade e sem erros humanos. Já o APA (Automação de Processos Avançada) é o “coordenador” de fluxos mais complexos, que envolvem diferentes departamentos e exigem uma integração inteligente entre sistemas.
Por fim, o Analytics atua como o “cérebro”, transformando o rastro de dados deixado por esses processos em informações visuais que ajudam os gestores a entender o que está funcionando e onde agir.
A digitalização pode impulsionar os lucros das empresas em até três vezes
Uma pesquisa realizada pela McKinsey, revelou que as empresas brasileiras com maior maturidade digital, aquelas que usam tecnologias como RPA, automação avançada e analytics de forma integrada, apresentam performance financeira significativamente superior, com crescimento de até três vezes no EBITA, um indicador financeiro que mede o lucro operacional de uma empresa antes de descontar impostos, juros e amortizações. Esse dado comprova que a adoção tecnológica se traduz em vantagem competitiva real, refletindo diretamente no desempenho financeiro das empresas.
Claudinei Villada, líder de Inteligência Artificial na BlueShift, provedora de soluções tecnológicas que transformam negócios, acredita que o avanço tecnológico não significa a substituição do trabalhador, mas sim a sua evolução.
“O uso de RPA, APA e Analytics serve para remover o peso da operação mecânica das mãos do profissional. Quando automatizamos o que é repetitivo, damos liberdade para que o colaborador use sua inteligência para analisar resultados em tempo real e tomar decisões que realmente impactam o crescimento do negócio. Na BlueShift, acreditamos que o futuro do trabalho é essa parceria: a tecnologia executa e o humano decide”, afirma Villada.
Essa visão é respaldada por pesquisas brasileiras, como um estudo da PUC-SP, que revela que a automação com IA e RPA está remodelando as funções dos colaboradores, permitindo que eles se concentrem em tomada de decisão estratégica e criativa, ao mesmo tempo em que a tecnologia assume tarefas repetitivas.
Serviço
www.blueshift.com.br

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