book_icon

N-able e Futurum revelam como a IA está remodelando a resiliência cibernética

Novo estudo examina como a IA está redefinindo o cenário de ameaças para PMEs e descreve uma estrutura moderna para minimizar a exposição, reduzir o impacto e manter a continuidade operacional

N-able e Futurum revelam como a IA está remodelando a resiliência cibernética

A N-able, empresa global de cibersegurança para resiliência empresarial, anunciou nesta terça-feira (24/2) o lançamento do relatório de pesquisa Cybersecurity in the Age of AI: Moving from Fragile to Resilient (Cibersegurança na Era da IA: Da Fragilidade à Resiliência), patrocinado pela N-able e elaborado pelo The Futurum Group. O novo estudo examina como a IA está redefinindo o cenário de ameaças para pequenas e médias empresas (PMEs) e descreve uma estrutura moderna para minimizar a exposição, reduzir o impacto e manter a continuidade operacional em uma era de ataques na velocidade das máquinas, visando, em última análise, construir uma resiliência empresarial significativa.

O relatório destaca que as PMEs enfrentam um ambiente de ameaças em rápida escalada, impulsionado pela automação orientada por IA, engenharia social industrializada e ecossistemas de TI cada vez mais complexos. De acordo com uma pesquisa complementar da Futurum citada no relatório, 62% das organizações de médio porte concordam que os golpes de phishing e deepfake impulsionados por IA estão em ascensão. À medida que a IA se torna uma tecnologia de dupla utilização, as organizações devem repensar as estratégias tradicionais e reativas de cibersegurança, que não conseguem acompanhar os adversários que estão instrumentalizando a IA, e adotar uma estratégia baseada no uso inteligente da IA.

As organizações que estão progredindo são aquelas que adotam estratégias de resiliência orientadas por IA, que priorizam visibilidade, automação e execução segura e determinística

“A IA está acelerando tudo: inovação, produtividade e, infelizmente, as técnicas de ataque cibernético”, disse Mike Adler, diretor de Tecnologia e Produtos da N-able. “O que este relatório deixa claro é que a resiliência não é mais um objetivo passivo. As empresas precisam de fundamentos de cibersegurança modernos e unificados que as ajudem a eliminar vulnerabilidades antes que sejam exploradas, a interromper ameaças ativas na velocidade da máquina e a se recuperar rapidamente usando dados verificados e resilientes”, afirmou.

A análise do relatório conclui que a IA está amplificando duas forças paralelas:

1. Táticas adversárias aceleradas

Os agentes de ameaças estão explorando o reconhecimento aprimorado por IA, a engenharia social escalável e, eventualmente, cadeias de ataque autônomas. As PMEs, que já enfrentam limitações devido ao número reduzido de funcionários e equipes de segurança generalistas, encontram desvantagens cada vez maiores à medida que a IA reduz as barreiras para a execução de ataques avançados, reconhecimento aprimorado, engenharia social escalável e, eventualmente, cadeias de ataque autônomas.

2. Complexidade interna crescente e “IA paralela”

À medida que as empresas adotam ferramentas de IA para aumentar a produtividade, os ambientes de TI tornam-se mais densos, interconectados e difíceis de proteger. Novas APIs, serviços externos e ferramentas de IA não gerenciadas expandem a superfície de ataque e criam riscos opacos que o monitoramento tradicional não consegue detectar adequadamente.

Para ajudar as PMEs a passarem de frágeis a resilientes, o relatório apresenta um modelo de três pilares alinhado a todo o ciclo de vida das ameaças, antes, durante e depois de um ataque:

Minimizar a exposição (antes): reforçar a segurança dos endpoints, gerenciar desvios de configuração e reduzir proativamente a superfície de ataque usando automação e insights assistidos por IA.

Reduzir o impacto (durante): implementar detecção comportamental em tempo real, inteligência contextual e contenção confiável em velocidade de máquina para impedir ameaças antes que elas se transformem em eventos que interrompam os negócios.

Manter a continuidade (após): garantir uma recuperação rápida e verificada usando verificações de integridade de dados assistidas por IA e validação automatizada de recuperação para restaurar as operações com confiança.

“A IA é um divisor de águas quando se trata de acelerar a eficiência da segurança e preencher lacunas como a escassez de habilidades, mas é fundamental abordá-la com a mentalidade correta”, afirmou Marc Umstead, presidente da Plus 1 Technology . “Na Plus 1 Technology, levamos a IA a sério tanto como um fator de resiliência dos negócios quanto como um alerta. A única maneira de superar os agentes de ameaças em suas ações é estar um passo à frente; ignorar a IA não é a solução”, completou.

Fernando Montenegro, vice-presidente e líder da área de cibersegurança e resiliência do The Futurum Group, acrescentou: “Nossa pesquisa mostra uma necessidade clara e urgente de as empresas evoluírem além dos modelos de segurança reativos. As organizações que estão progredindo são aquelas que adotam estratégias de resiliência orientadas por IA, que priorizam visibilidade, automação e execução segura e determinística.”

Serviço
www.n-able.com

 

As opiniões dos artigos/colunistas aqui publicados refletem exclusivamente a posição de seu autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte da Infor Channel ou qualquer outros envolvidos na publicação. Todos os direitos reservados. É proibida qualquer forma de reutilização, distribuição, reprodução ou publicação parcial ou total deste conteúdo sem prévia autorização da Infor Channel.
Revista Digital