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Livro da TI Safe trata de conformidade e defesa cibernética em infraestruturas críticas conectadas

O lançamento propõe abordagem prática e estratégica para projetar e proteger CPS em cenário de automação, IoT, 5G e IA

Livro da TI Safe trata de conformidade e defesa cibernética em infraestruturas críticas conectadas

A TI Safe lança neste mês o livro Segurança cibernética de sistemas ciberfísicos: resiliência, conformidade e defesa cibernética em infraestruturas críticas conectadas, voltado à proteção de ambientes industriais, urbanos e infraestruturas críticas cada vez mais digitalizados.

Escrito por Marcelo Ayres Branquinho, CEO da TI Safe, e Thiago Braga Branquinho, CTO da companhia, o livro propõe uma abordagem prática e estratégica para projetar, proteger e operar sistemas ciberfísicos (CPS) em um cenário marcado pela convergência entre automação, IoT, 5G, computação em nuvem, edge computing e inteligência artificial.

A segurança precisa evoluir na mesma velocidade da tecnologia que sustenta o mundo físico 

Publicado pela Alta Books, conta com 504 páginas e já está em pré-venda na Amazon.

A obra conecta conceitos de resiliência operacional, conformidade regulatória e defesa cibernética ao que efetivamente acontece no campo operacional. “Ela nasceu da necessidade de traduzir a segurança cibernética de sistemas ciberfísicos para a realidade do campo operacional. Hoje, não estamos mais falando apenas de TI ou de automação isoladamente, mas de ambientes altamente interconectados, que sustentam fábricas, cidades inteligentes e infraestruturas críticas. O objetivo é auxiliar empresas a proteger operações essenciais em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas”, afirma Marcelo Branquinho.

Thiago Branquinho destaca que o mundo verá em 2026, mais do que nunca, ataques cibernéticos automatizados, adaptativos e orquestrados por inteligência artificial. “Entramos definitivamente na era da IA defensiva. Defender infraestruturas críticas com processos manuais ou modelos estáticos não é mais suficiente”.

Neste novo livro, os autores mostram como a IA pode e deve ser usada para ampliar visibilidade, antecipar ameaças e fortalecer a resiliência de sistemas ciberfísicos, sem perder aderência às normas e à realidade operacional. “A segurança precisa evoluir na mesma velocidade da tecnologia que sustenta o mundo físico”, conclui Thiago Branquinho.

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