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IA conversacional ganha espaço na América Latina, aponta relatório da Twilio

O Brasil se destaca na região, com 44% das empresas locais afirmando já terem concluído ou estarem na fase final de implementação e desenvolvimento de IA conversacional para atendimento ao cliente

IA conversacional ganha espaço na América Latina, aponta relatório da Twilio

A Twilio, plataforma de engajamento do cliente, divulgou os resultados da 1ª edição do seu relatório “Por Dentro da Revolução da IA Conversacional”. O documento destaca as principais tendências, comportamentos e desafios relacionados à adoção, percepções e expectativas sobre a IA conversacional, e apresenta insights importantes para a América Latina e o Brasil.

Em sua primeira edição, o relatório posiciona a América Latina como líder mundial na implementação de IA para atendimento ao cliente. 31% das empresas da região afirmam já ter concluído o desenvolvimento e a implementação completa de IA conversacional para atendimento ao cliente, superando a média global de implementação, que atualmente é de 28%. Além disso, o Brasil se destaca na região, com 44% das empresas locais afirmando já terem concluído ou estarem na fase final de implementação e desenvolvimento de IA conversacional para atendimento ao cliente.

Os consumidores valorizam resoluções eficazes e rápidas acima de tudo, e sua disposição em interagir com agentes de IA está altamente condicionada ao desempenho do agente de IA

“Globalmente, os principais casos de uso de IA para CX são consultas simples, como obter informações sobre produtos, verificar o status de pedidos e se comunicar com representantes de atendimento ao cliente por meio de aplicativos de mensagens, especialmente o WhatsApp”, disse José Eduardo Ferreira, vice-presidente regional de Vendas para a América Latina. “Os consumidores da América Latina já interagem com a IA por meio de aplicativos de mensagens três vezes mais do que a média global, o que representa uma enorme oportunidade para as empresas brasileiras utilizarem esse canal para se conectarem melhor com seus clientes”, completou.

Outros dados importantes apresentados no relatório incluem:

A América Latina criou seu próprio ritmo de inovação, consolidado pelo impacto real que essas soluções têm sobre o cliente: a maioria das organizações já considera a troca de soluções de IA em menos de 12 meses. Não há apego a tecnologias que se tornam obsoletas rapidamente devido à criação de novos hardwares e softwares mais avançados;

As empresas se recusam a usar um único modelo de IA: 94% das empresas latino-americanas seguem uma abordagem “multimodelo”, seja devido às categorias de soluções, casos de uso ou uma combinação visando um melhor desempenho em um modelo híbrido;

Persistem desafios em relação ao relacionamento com o cliente: existe um paradoxo ao discutir a percepção da empresa e a experiência real do cliente com a IA. As empresas acreditam que oferecem um serviço automatizado eficaz, mas os consumidores relatam falhas, especialmente na continuidade da conversa, particularmente na transição entre o agente automatizado e o agente humano. Enquanto 92% das organizações na América Latina afirmam que seus clientes estão um tanto ou muito satisfeitos com sua IA conversacional, apenas 61% concordam. No Brasil, a disparidade é de 96% para 66%. As empresas devem trabalhar para diminuir essa lacuna.

As conclusões do relatório são claras: os consumidores valorizam resoluções eficazes e rápidas acima de tudo, e sua disposição em interagir com agentes de IA está altamente condicionada ao desempenho do agente de IA.

As empresas que buscam reduzir a lacuna de satisfação do cliente com IA e oferecer experiências confiáveis, empáticas e personalizadas devem se concentrar em: resolução eficaz de problemas, e não apenas velocidade; transições aprimoradas entre agentes de IA e agentes humanos; segurança, privacidade e transparência reforçadas para construir a confiança do cliente; e soluções omnicanal adaptáveis com uma infraestrutura tecnológica flexível e componível que suporte múltiplos modelos de IA.

À medida que essas empresas se preparam para substituir suas soluções atuais nos próximos 12 meses, investimentos adicionais em interoperabilidade e modularidade desempenharão um papel fundamental no fortalecimento de sua capacidade de adaptação em um futuro mais distante.

Serviço
www.twilio.com/pt-br

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