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A IA redefine o papel dos CIOs e impulsiona a eficiência nas empresas

Mais de 80% das companhias brasileiras pretendem ampliar investimentos em IA. Automação e inteligência de dados já transformam a rotina dos líderes de TI

A IA redefine o papel dos CIOs e impulsiona a eficiência nas empresas

A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma promessa distante para se consolidar como um eixo estratégico da gestão corporativa. Hoje, a tecnologia já redefine a atuação das lideranças em Tecnologia da Informação (TI), que passaram de gestores de infraestrutura a agentes de Transformação Digital. De acordo com o CIO Report 2025 da Logicalis, mais de 80% das empresas brasileiras pretendem manter ou aumentar seus investimentos em IA nos próximos 12 meses. E a Positivo Tecnologia é um exemplo de como o uso de IA pode impactar o dia a dia, otimizar processos, reduzir custos e acelerar a tomada de decisão.

Com a Central de Relacionamento Positivo (CRP), a companhia implementou automações para abertura e encerramento de chamados pós-venda. O processo, que antes levava até 4 minutos para abrir e 6 para encerrar, hoje é concluído em cerca de 30 segundos e 1 minuto, respectivamente. O fato de os clientes receberem atendimento mais rapidamente também resultou em um aumento real de satisfação com o atendimento, pois uma boa parte dos atendimentos, mais simples passaram a ser resolvidos prontamente, enquanto os mais complexos continuam sendo atendidos por colaboradores da Positivo Tecnologia que agora podem se concentrar nos casos mais difíceis e resolvê-los mais rapidamente também.

A IA, quando usada de maneira consciente e integrada, não apenas moderniza a infraestrutura tecnológica das empresas: ela reposiciona a própria TI como motor de eficiência e inovação

Na área corporativa, o projeto IAGORA, que combina automação robótica de processos (RPA) e IA, modernizou o recebimento de pedidos via e-mail, tornando o fluxo mais ágil e preciso. A iniciativa já entregou mais de 200 automações, com economia anual mínima de 42 mil horas de trabalho e otimização de tempo de mais de 20 colaboradores, que puderam direcionar seu tempo para funções de maior valor estratégico.

“Esses resultados reforçam a importância de uma visão integrada entre tecnologia e negócio. Em vez de apenas automatizar tarefas, priorizamos iniciativas que transformam a operação e criam impacto direto na experiência dos clientes e colaboradores”, afirma Leandro Rosa dos Santos, vice-presidente de Estratégia e Inovação da Positivo Tecnologia. Para ele, o avanço da IA nas empresas redefine o papel da liderança de TI. “O CIO deixou de ser um executor técnico e passou a ser um orquestrador de transformação. O desafio não é apenas implantar IA, mas garantir que ela traga resultado concreto, integrando tecnologia, negócio e pessoas”, afirma.

Dados da Agência Brasil mostram que o número de empresas industriais que utilizam IA cresceu 163% em dois anos, saltando de 16,9% em 2022 para 41,9% em 2024. Já em contexto global, levantamento da IDC e Intel aponta que 97% das organizações das Américas já registram ganhos concretos com o uso da tecnologia, com aumento médio de 20% na eficiência das atividades em que é aplicada.

Caminho para o futuro

O cenário aponta para uma nova fase da adoção da IA nas empresas: da experimentação à consolidação. Os CIOs assumem papel central nesse avanço, liderando não apenas a implantação de tecnologias, mas a mudança de cultura organizacional necessária para transformar dados e automação em vantagem competitiva.

Leandro destaca, também, que a automação inteligente não é sobre substituir, mas sobre ampliar o potencial humano. “Quando eliminamos tarefas repetitivas, devolvemos às pessoas o tempo de pensar, inovar e gerar valor. Esse é o verdadeiro ganho que a IA proporciona: ela muda o foco do operacional para o estratégico”, acrescenta.

Casos como o da Positivo Tecnologia ilustram um movimento mais amplo no mercado: o da inteligência aplicada de forma prática, escalável e humana. “A IA, quando usada de maneira consciente e integrada, não apenas moderniza a infraestrutura tecnológica das empresas: ela reposiciona a própria TI como motor de eficiência e inovação”, conclui o executivo da empresa.

Serviço
www.positivotecnologia.com.br

 

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