
Na era da Transformação Digital, muitas empresas ainda enfrentam desafios recorrentes, como altos custos de aquisição de equipamentos, frequentes manutenções e rápida obsolescência tecnológica. O modelo” As a Service” surge como uma alternativa estratégica, oferecendo mais agilidade, previsibilidade financeira e acesso contínuo às tecnologias mais modernas. “A transição do Capex para o Opex mensal dá às empresas flexibilidade para reajustar seus investimentos de acordo com a demanda, evitando a imobilização em ativos que podem se tornar obsoletos rapidamente, afirma Sheila Cohen, diretora comercial da Ettera.
Mas como saber se a sua empresa já está preparada para migrar para esse modelo? A Ettera desenvolveu um checklist prático que ajuda a identificar os sinais de prontidão. “Se a empresa está impactando seu fluxo de caixa com altos custos para aquisição e manutenção de hardwares , esse é um forte indicativo de que o modelo por assinatura pode trazer alívio imediato,” explica Sheila Cohen.
Um dos principais benefícios do modelo “As a Service’ é a previsibilidade financeira: despesas transformadas em pagamentos fixos mensais evitam surpresas no orçamento. Segundo Sheila, “a previsibilidade orçamentária permite ao gestor focar no crescimento do negócio, no atendimento e na melhor experiência do clientes.”
Outro ponto crítico é a obsolescência dos equipamentos. No modelo tradicional, a defasagem tecnológica é um problema constante. “Com o “As a Service”, o cliente está mais frequentemente atualizado com o que há de mais moderno em hardwares,” destaca a diretora comercial.
Predizer os custos com manutenção e upgrades pode ser uma tarefa complicada — especialmente quando a infraestrutura interna exige suporte contínuo. Sheila ressalta: “Ao incluir suporte técnico e manutenção em todo o período, o modelo assegura mais estabilidade operacional e menos surpresas no caixa.”
A escalabilidade sem investimento adicional é outra vantagem do modelo. Pequenas e médias empresas, muitas vezes com recursos limitados, podem crescer conforme a demanda, sem precisar investir em novos equipamentos a cada expansão. “O “As a Service” permite escalar com leveza. A Ettera age como uma extensão da operação do cliente,” afirma Sheila.
Além da tecnologia, a parceria consultiva faz toda a diferença. “Não entregamos apenas equipamentos. Nosso papel é orientar estrategicamente o cliente em cada etapa — desde o dimensionamento até a implementação e expansão,” explica Sheila Cohen.
Para reforçar os argumentos com base em Dados, a Ettera consultou estudos recentes que mostram que empresas migrando para modelos baseados em assinatura experimentam até 30% de redução em custos de TI no primeiro ano e 25% de aumento em uptime operacional.
Ao concluir o checklist — caso a resposta “Sim” tenha predominado em itens como altos custos de ativo, atualização tecnológica, dificuldade em prever manutenção, necessidade de escala e demanda por suporte estratégico — a empresa está, de fato, no momento ideal para migrar ao modelo “As a Service”. “Essa é a hora certa para repensar o modelo de consumo tecnológico,” afirma Sheila.
O” As a Service” não é apenas uma solução comercial, mas uma mudança de mindset. “Mais do que prover máquinas, queremos impulsionar o crescimento do negócio do cliente. A tecnologia deve ser sempre um facilitador” finaliza Sheila Cohen.

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CAPA - TECNOLOGIA
Arquitetura neuromórfica, a plataforma inspirada no cérebro humano

MERCADO
O bom negócio da locação de equipamentos de TI

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Dilemas e oportunidades de blockchain para identidade
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