Tecnologia

MicroStrategy demonstra pela primeira vez no Brasil conceito de HyperIntelligence

A inteligência com zero cliques e as respostas chegando diretamente até as pessoas em seu fluxo de trabalho normal, sem abrir o Analytics, e até mesmo acionadas por realidade aumentada e comandos por voz, serão destaques da companhia na Conferência Gartner Data & Analytics 2019

A MicroStrategy mediará uma mesa redonda para discutir a importância da governança de dados na transparência dos negócios e apresentará como a Inteligência Artificial e o Analytics apoiam programa de gestão da saúde populacional de uma grande operadora do setor.

Empresas e pessoas são inundadas por milhares de dados, todos os dias, a todo instante; sabemos também que de todas essas informações, cerca de 30% são de fato utilizadas. Por isso, obter a informação certa, na hora certa, com agilidade e sem a necessidade de diversos cliques, é essencial. E é exatamente essa a mudança de paradigma que o HyperIntelligence é capaz de proporcionar. Apontado como a próxima era do analytics, o conceito será demonstrado pela primeira vez no Brasil em larga escala pela MicroStrategy, fornecedora líder mundial de software de análise e mobilidade empresarial, durante a Conferência Gartner Data & Analytics, que acontece em 29 e 30 de maio, em São Paulo, Brasil.

Também durante o evento, a MicroStrategy apresentará como o analytics e a inteligência artificial apoiam o programa de gestão de saúde populacional de uma grande operadora do setor 

Esta tecnologia, que traz a inteligência artificial definitivamente para mais perto da força de trabalho e chega com a nova plataforma MicroStrategy 2019, é resultado de anos de pesquisa, dedicação exclusiva da companhia ao analytics e inúmeros feedbacks recebidos pelos usuários das soluções. “A Hyperintelligence é, na verdade, o caminho inverso ao que todos estão habituados com o BI tradicional: as respostas encontrando quem precisa delas, em qualquer contexto de trabalho, mesmo fora do Analytics, em vez de os usuários irem buscá-las em diversos sistemas, arquivos e na internet. O que antes exigia uma série de ações, agora é feito imperceptivelmente, em tempo real, com zero cliques. Os insights surgem diretamente nos fluxos de trabalho, ou seja, as informações aparecendo e saltando aos seus olhos quando se fazem mais necessárias”, ressalta Celso Oliveira, Country Manager da MicoStrategy no Brasil.

A companhia demostrará ao vivo na área de exibição, de maneira interativa, como o HyperIntelligence fornece maneiras naturais e até imperceptíveis de apresentar KPIs em tempo real, informações contextuais e recomendações inteligentes, deixando para trás as tradicionais ferramentas de análise de dados e até as ferramentas de Self-Service Data Discovery. Sem falar da possibilidade de usar linguagem natural, machine learning, realidade aumentada e recursos de voz, como Alexa, da Amazon, chatbots, software de reconhecimento de imagem e outros aplicativos modernos, que trazem um diferencial de agilidade gigantesco.

Também durante o evento, a MicroStrategy apresentará como o analytics e a inteligência artificial apoiam o programa de gestão de saúde populacional de uma grande operadora do setor. A apresentação detalhará como o banco de dados centrado no paciente, conectado ao Microstrategy Dossier, fornece análises oportunas, precisas e úteis para gerentes de saúde da população e coordenadores de cuidados. Por meio de métricas usadas para monitorar a saúde do paciente ao longo do seu ciclo de tratamento, é possível antecipar complicações graves e evitar intervenções desnecessárias, reduzindo, assim, custos e melhorando a qualidade de vida.

Além disso, como muitas das organizações com baixa maturidade em BI não possuem um programa formal de controle de dados, segundo o próprio Gartner, faz parte da programação uma mesa redonda, mediada por Celso Oliveira, para discutir a importância da governança e também para ressaltar o fato, muitas vezes desconhecido, que implementar uma plataforma avançada de inteligência empresarial não significa abrir mão das ferramentas que os usuários mais se adaptam. A ideia é mostrar que a tecnologia hoje já permite conectar entre si ferramentas analíticas distintas, para que haja uma visão única, um aumentar do alcance dos ativos de informações e a publicação de dados regidos e certificados, que poderão ser utilizados por todos. “Claro que a governança de dados não ocorre de um dia para outro, mas ela definitivamente não é um bicho de sete cabeças e não atrasa em nada a tomada de decisão. Pelo contrário, traz não só agilidade como também transparência”, finaliza Oliveira.

 

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