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Copa em segurança: veja os cuidados para você não sair no prejuízo enquanto a bola rolar

A Copa do Mundo é um prato cheio para os golpistas abusarem da criatividade e usar o tema como pano de fundo para promover ataques direcionados às empresas e aos consumidores. O Arcon Labs, equipe de inteligência que analisa tendências de ameaças e promove estudos, recomendações, normas e padrões técnicos da Arcon Serviços Gerenciados de Segurança, faz um alerta para os consumidores mais desavisados, e relembra algumas dicas importantes para que os torcedores e turistas locais ou estrangeiros mantenham a segurança online e física, evitando transtornos durante o Mundial na fase que o Brasil encara o México nas oitavas de final. São elas:

Atenção aos novos vírus e ao “phishing”

Todos os dias os usuários da web estão expostos a milhões de ameaças virtuais. Boa parte delas pode ser classificada como “phishing”. O termo, como o próprio nome sugere, tem o objetivo de “pescar” informações e dados pessoais importantes por meio de mensagens falsas. “Essas armadilhas podem ocorrer de forma bastante simples no meio online, com conversas falsas por mensagens instantâneas e e-mails que pedem para clicar em links suspeitos. Quando efetivadas podem ultrapassar o meio online e gerar transtornos no mundo físico por meio de fraudes em compras, cartões etc.”, alerta Raphael Pereira, gerente dos Centros de Operações de Segurança da Arcon e especialista no assunto.

Segundo o executivo, pessoas mal-intencionadas também podem utilizar propagandas falsas para atrair consumidores para a compra de ingressos. Neste caso o especialista recomenda que as entradas para as partidas sejam adquiridas apenas pelo site oficial da Fifa. “Sempre verifique se o endereço na web é confiável e obtenha referências de amigos ou familiares. A preferência por estabelecimentos que informam o endereço físico e outros dados que facilitam sua localização como CNPJ, e-mail ou telefone, também é importante”, completa Pereira.

Desconfiar de sites que fornecem apenas números de celulares e prestar atenção para que os cadastros sejam preenchidos em sites com endereço eletrônico iniciado pela sigla “https” e que exibam no seu navegador de acesso à Internet um ícone em forma de cadeado colorido e fechado (ao clicar neste deve aparecer o certificado de segurança do site), são outras manobras que podem livrar os consumidores dos golpistas. Um outro cuidado, ainda, é evitar a realização de transações online em computadores públicos, de lan-houses ou cybercafés.

Protestos online e degradação dos serviços

De acordo com Pereira, o controle maior por parte do governo em ações de ativismo presenciais pode levar grupos a protestarem pela internet no período. A repercussão dos atos de vandalismo no mundo real também poderá impactar no funcionamento das infraestruturas e interrupção dos serviços básicos de telecomunicações e energia. “O ciberativismo e os ataques direcionados às empresas, tanto online quanto físico, poderão prejudicar os consumidores que estão na ponta da cadeia. As possibilidades de ataques organizados para gerar alguma indisponibilidade, impulsionados pelo momento político que estamos vivendo no país, com certeza têm chances de aumentar no período”, alerta.

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