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Wevo capta investimento e quer faturar R$ 35 milhões

Empresa quer expandir a operação na América Latina, chegar aos Estados Unidos e Europa e dominar o mercado de integração de sistemas e dados para e-commerce

São Paulo, maio de 2018 – Criada em 2012, a Wevo destacou-se rapidamente por executar uma ideia complexa e assertiva: o desenvolvimento de uma plataforma em nuvem para a integração dos mais diversos sistemas utilizados em operações de e-commerce. Agora a empresa anuncia o recebimento de investimento milionário, em rodada Series A, feito em conjunto pelo fundo de Venture Capital Cventures Primus, que investe em empresas inovadoras de base tecnológica, e pelo empreendedor do segmento de tecnologia Cileneu Nunes, fundador da líder em telemática Omnilink. Com o aporte, a companhia projeta um faturamento de R$7 milhões em 2018 e um crescimento anual de 50%, chegando a R$35 milhões em 2022.

Com os recursos, a Wevo está transformando sua plataforma, que já conecta sistemas para operações de e-commerce em 11 países. “Agora, além de facilitarmos a integração com mais de 100 sistemas de e-commerce, ERP, CRM, atendimento e chat, também fazemos a conexão com grandes marketplaces do mercado como B2W, Via Varejo, Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza e Walmart. Apoiamos as empresas a integrar sistemas, vender em marketplaces e a analisar em tempo real a saúde de suas integrações e os dados da operação, tudo isso com uma única plataforma, cloud e com infraestrutura elástica”, explica Marcelo Aguiar, co-fundador e CTO.

O aporte ainda possibilita a empresa triplicar o seu quadro de funcionários, chegando a 60 colaboradores, e expandir a sua sede em São Caetano do Sul, que deve ter outra mudança no início de 2019 para um espaço de 600m², quatro vezes maior que o atual, visando dar sustentação à estratégia de negócios e crescimento da empresa.

“Temos grandes planos pela frente. Empresas no mundo inteiro precisam conectarem sistemas e dados. Não é uma particularidade do Brasil, é uma realidade mundial devido principalmente ao crescimento da oferta de soluções de nicho para processos de e-commerce e backoffice. Não há um grande player no segmento de IPaaS (Integration Platform as a Service) na América Latina e entendemos que nosso negócio tem potencial real para alcançar esta posição e ser global, assim, ainda devemos abrir escritórios nos Estados Unidos e Europa nos próximos dois anos. Para este ano queremos dobrar nosso volume de clientes enterprise, fechando a carteira com mais de 100 empresas”, afirma Diogo Lupinari, co-fundador e CEO da empresa.

Sediada em São Caetano do Sul, no estado paulista, a Wevo ganhou destaque no seu mercado após atuar junto à plataforma de e-commerce VTEX em projetos de integração de alta complexidade para grandes empresas. Hoje a companhia tem entre seus clientes marcas como Whirlpool, Volvo, Decathlon, Drogaria São Paulo, Unilever, Leveros, Multilaser e Nestlé.

Sobre a Wevo – Criada em 2012 e com sede em São Caetano do Sul (SP), a Wevo é especialista no desenvolvimento de tecnologias de integração para e-commerce, tendo se destacado em seu segmento após atuar junto à plataforma VTEX em projetos de integração de alta complexidade. Hoje a empresa tem entre seus clientes marcas como Whirlpool, Volvo, Decathlon, Drogaria São Paulo, Unilever, Leveros, Multilaser e Nestlé. Neste ano, a Wevo foi a ganhadora do Prêmio ABComm de melhor empresa de tecnologia para e-commerce.

Sobre o Fundo CVentures Primus, fundo de Venture Capital – O Fundo Cventures Primus tem como foco investimentos de Venture Capital em empresas inovadoras em estágio inicial, tendo como gestores a Cventures, criado em 2008 a partir da Fundação CERTI/SC e a CRP Companhia de Participações. O fundo prioriza seus investimentos em companhias com conteúdo inovador e alto potencial de crescimento nas áreas de TI & Telecom, Negócios Digitais, Ciências da Vida e Tecnologias Limpas. Os investidores do Cventures Primus são: Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), BID-FUMIN (Fundo Multilateral de Investimento), IFC (International Finance Corporation), CAF (Cooperação Andina de Fomento) e alguns investidores privados, além do próprio gestor, Cventures e CRP.