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Conceito de Pay Per Use avança na indústria brasileira

Produtos e serviços, como robôs e softwares por locação, chegam às indústrias brasileiras com promessa de redução de custo e melhora na produtividade totalmente conectados à indústria 4.0

O conceito de Pay Per Use (pague pelo uso, em tradução livre) chega às fábricas brasileiras como opção para melhora na produtividade e economia com gastos em máquinas e equipamentos. A Pollux, empresa de tecnologia industrial, já oferece o conceito de robô por locação desde 2014 e viu sua divisão Digital e Robotics dobrar de tamanho em 2017.

O setor automotivo é o mais adiantado, seguido de bens de consumo e outras indústrias

Atualmente, a empresa já tem mais de 150 robôs colaborativos em operação no Brasil, sendo 78% em grandes companhias e 22% em pequenas e médias. O setor automotivo é o mais adiantado, representando 49% dos clientes da Pollux, seguido de bens de consumo com 29%, as outras indústrias representam 22%.

A empresa tem apostado no conceito pay per use como prática para maximizar o capital de giro dos clientes, favorecendo que adaptem seus gastos de acordo com a operação. O modelo de negócio de pagar pelo uso tem sido adotado em larga escala em diferentes modalidades de serviços, em condomínios, hospedagens, meios de transporte e agora chega com impulso na indústria como tendência mundial.

Nesse modelo de aluguel, a Pollux oferece tanto os robôs colaborativos fixos, como os robôs móveis autônomos (AMR) – uma evolução dos AGVs -, muito procurados para a logística interna. Para conectar essas tecnologias, a empresa apresenta, também no modelo de locação, softwares industriais que conectam máquinas, equipamentos e pessoas, com integração da tecnologia operacional (TO) à tecnologia da informação (TI).

“Com a aplicação de Internet Industrial (IIoT) podemos colocar softwares industriais rodando na nuvem, conectando linhas de produção, colocando inteligência na gestão de dados e melhorando a eficiência operacional de todo o chão de fábrica, reduzindo em 20% o índice de atividades que não agregam valor”, comenta o CEO da Pollux, José Rizzo.

Para as indústrias é fundamental contar com tecnologias disruptivas com um investimento menor, sobretudo no que diz respeito à manutenção. Ao contratar os serviços por locação da Pollux, a empresa oferece um time que faz análises preditivas e manutenções. “Nós conectamos toda a linha de produção com a integração de softwares, sensores e robôs, que coletam dados e os enviam para que seja feita a melhor gestão dessas informações, como controle de estoque e da logística dos itens na linha”, afirma o CEO.

“A Pollux é uma empresa de tecnologia industrial que tem a inovação como seu principal valor. Nosso propósito é aumentar a competitividade da indústria através de soluções que tornem as fábricas mais produtivas, eficientes, econômicas e inteligentes, permitindo que nossos clientes vençam em um cenário global cada vez mais acirrado”, finaliza Rizzo.

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