
Localizado em Capivari de Baixo (SC), o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda é considerado o maior Polo Termelétrico a carvão mineral da América Latina, gerando até 857 MW de energia. Pensando em monitorar e controlar as operações das usinas termelétricas A, B e C deste complexo, a Engie Brasil Energia decidiu utilizar o E3, solução SCADA desenvolvida pela gaúcha Elipse Software. A scadaHUB, empresa especializada em projetos de automação, foi a responsável pela implementação do E3 nas três usinas.
Com o E3, os operadores das usinas podem monitorar e controlar todos os equipamentos e variáveis ligados ao processo de geração de energia, tais como as turbinas, caldeiras, geradores, bombas e mancais. A moagem do carvão, temperaturas e vazões da água e ar utilizados na geração, assim como as quantidades de oxigênio e gás carbônico resultantes do processo de combustão podem ser monitorados pelo software.
O E3 permite também monitorar tanto a energia que está sendo transmitida à Eletrosul, concessionária transmissora da região sul do país, quanto a utilizada para o consumo interno das usinas. Para isto, exibe os unifilares das subestações, no qual é possível acompanhar todas as tensões, potências ativas e reativas, frequências e correntes, além dos disjuntores e seccionadoras que compõe a rede elétrica de cada usina.
Antes de dar a partida em uma usina, o operador deve avaliar se a mesma não apresenta problemas e irá funcionar normalmente. Para isto, o E3 exibe as informações sobre a água, ar, vapor, caldeiras, turbinas, entre outras variáveis e equipamentos fundamentais das plantas em uma tela. Por meio de gráficos, o E3 permite também avaliar se uma curva está evoluindo em direção a um valor indesejado ou não. Este controle pode ser utilizado para analisar o comportamento das mais diferentes variáveis analógicas e equipamentos das usinas.
“Por meio de uma interface amigável, o E3 permite monitorar variáveis e comandar uma série de equipamentos. Tudo em tempo real. Com ele, podemos acessar as informações necessárias, a fim de sabermos se é possível ou não dar a partida na usina, assim como se devemos bloquear algum equipamento. Tais recursos nos trouxeram ganhos nas questões ligadas à segurança e performance operacional”, afirmou Marcelo Bzuneck, Gerente da UTLA.
Mais informações no case – https://www.elipse.com.br/case/elipse-e3-otimiza-o-desempenho-operacional-das-usinas-termeletricas-jorge-lacerda-a-b-e-c-da-engie-brasil-energia/.

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