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Delegação Dinamarquesa vem ao Brasil discutir “Gestão e distribuição de água” e encontrar projetos a serem financiados

A Ramboll, como integrante do Danish Water Forum, traz Peter Thomsen, seu especialista global em Monitoramento e Modelagem de Sistemas Aquíferos, ao País, como integrante da delegação. O objetivo é conhecer os projetos das empresas nacionais e apresentar soluções integradas de gestão de distribuição

A Ramboll, consultoria multinacional especializada em engenharia e projetos multidisciplinares, patrocina e integra o Danish Water Forum (DWF), grupo que reúne as maiores instituições do setor de água da Dinamarca, que está enviando uma delegação especializada em “Gestão Inteligente de Água” ao Brasil para conhecer os projetos nacionais do setor e identificar possíveis projetos a serem financiados.
Os integrantes da delegação, apoiada pelo Consulado da Dinamarca, que vem ao País também como resultado de um projeto de cooperação com a SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), estarão em solo nacional no período de 6 a 9 de novembro e terão uma agenda extensa. Os executivos dinamarqueses querem visitar empresas que têm programas de gestão da água, que podem ser facilitados com suas opções de financiamento.
“É uma ótima oportunidade para, como membros do DWF, conhecermos mais os projetos existentes no segmento de recursos hídricos e saneamento e identificarmos como podemos auxiliar as empresas a otimizarem os negócios e preservarem este importante recurso socioambiental com nossas soluções multidisciplinares”, afirma Eugenio Singer, presidente da Ramboll Brasil.
Segundo Singer, por esta razão, a matriz da Ramboll indicou Peter Thomsen, especialista global em Monitoramento e Modelagem Hidro geológicas da empresa, para integrar a delegação. “É importante termos um expert global com vivência em projetos realizados em diferentes países para discutir e propor ideias a serem implementadas para melhor gerir e aproveitar um de nossos mais preciosos e escassos recursos no mundo: a água, que é muito desperdiçado”, acrescenta.
Os membros do DWF costumam realizar seus projetos baseados em padrões de qualidade globais do LEAKman, um consórcio de algumas das melhores empresas europeias, que se reúne para desenvolver e exportar soluções integradas. No caso específico desta visita ao Brasil, eles querem mostrar em detalhes como funciona este conceito na integração de sistemas de gestão de águas, cujo foco é o manejo das perdas por vazamento (Leakage Management).
A implementação do Leakage Management inclui: detecção dos vazamentos, manutenção preventiva, gestão por setor de abastecimento,, controle de pressão no sistema, modelagem do sistema de distribuição, sistema de distribuição sob demanda. Seus quatro pilares consistem:
1) Controle de pressão – otimização para reduzir a frequência de ruptura e as perdas reais decorrentes de vazamentos existentes;
2) Controle de vazamento efetivo – perdas reais anuais atuais e redução de vazamentos;
3) Agilidade e qualidade no reparo de vazamentos – redução dos tempos de execução dos vazamentos reportados, minimizando as perdas;
4. Gestão de pipeline e substituição seletiva de redes e ramais – um sistema bem conservado reduz diretamente a frequência de ruptura

Os projetos que utilizam o conceito de Leakage Management evitam perdas físicas ao propor a adoção de medidas como localização e substituição de válvulas, testes, reparos e mapeamento de atualizações, testes de alimentação da rede, testes de pressão, instalações dos medidores de vazão, monitoramento de fluxos, detecção de vazamento, e substituições de redes e ramais entre outros.
A adoção do Leakage Management também contribui para eliminar perdas não físicas, como identificação de clientes domésticos e industriais; de conexões com e sem medidor; registros de medidores defeituosos e não acessíveis; conferências de cobrança versus a precisão do registro de consumo do cliente, controle de ligações inativas e clandestinas; teste, calibração e programa de substituição de medidores, entre outros.
“É um conceito completo, multidisciplinar e inovador, que permite uma gestão integrada de todo o sistema de distribuição, o que é benéfico para as operadoras do setor de saneamento, para o controle dos órgãos governamentais, para a população no geral, que terá acesso ao recurso com uma tarifa coerente, e para o meio ambiente”, explica Singer. O executivo reforça ainda que se a implantação é feita em conjunto com um programa consistente de conscientização da população sobre a importância de economizar e usar de forma mais conscienciosa, os resultados são ainda mais expressivos.
Sobre a RAMBOLL
A Ramboll é uma empresa multinacional de consultoria, engenharia e design, com atividade multidisciplinar, que conta com 300 escritórios instalados em mais de 35 países em todos continentes. No Brasil possui escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Valinhos, Belo Horizonte e Salvador, com mais de 60 especialistas dedicados aos diversos segmentos da empresa. A Ramboll atua nos mercados de Petróleo & Gás, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, Água, Energia, Transporte e Planejamento Urbano.
A Ramboll conta com mais de 13.000 colaboradores, entre engenheiros, designers e consultores, comprometidos com a criação de soluções sustentáveis e de longo prazo para os seus clientes e a sociedade. Recentemente, a empresa foi classificada entre as três principais empresas de consultoria em serviços ambientais segundo pesquisa global do instituto independente de pesquisa Verdantix.
Caso queria conhecer mais sobre a Rambol, entre no site: http://www.ramboll.com/.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA:
GPCOM Comunicação Corporativa
Clezia Martins Gomes – clezia@gpcom.com.br
Giovanna Picillo
(11) 3129-5158
www.gpcom.com.br

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