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Aveva transforma controle industrial em rede global de resposta a situações críticas

Com a convergência de arquiteturas de Nuvem e tecnologias OT/IT, sistemas HMI e Scada evoluem para oferecer visibilidade em tempo real e agilidade na tomada de decisão

Aveva transforma controle industrial em rede global de resposta a situações críticas

Em um cenário econômico global marcado por rupturas nas cadeias de suprimentos e instabilidade geopolítica, a eficiência operacional isolada deixou de ser suficiente para garantir a sobrevivência das indústrias. Para responder a essa nova realidade, a Aveva, empresa global em software industrial, anunciou a evolução do papel das tecnologias HMI e Scada. Ao integrar arquiteturas em Nuvem e promover a convergência entre TI (Tecnologia da Informação) e OT (Tecnologia Operacional), a Aveva está ajudando a transformar salas de controle operacional em infraestruturas para gerenciar a resiliência de redes de produção industrial.

De acordo com David Bleackley, vice-presidente de Estratégia e Aplicações Avançadas da Aveva, a volatilidade tornou-se uma constante no ambiente industrial. “Arquiteturas operacionais modernas devem pressupor a interrupção como uma constante. As redes precisam ser capazes de se reconfigurar. A questão não é se a interrupção ocorrerá, mas quando isto vai ocorrer”, comentou o executivo.

Para a Aveva, o modelo de otimização just-in-time extremo e focado apenas em eficiência local ficou para trás. A nova fronteira é a agilidade sistêmica baseada em dados conectados

Ele lembra que, historicamente, os sistemas HMI (Interface Homem-Máquina) e Scada (Controle de Supervisão e Aquisição de Dados) atuavam como ferramentas de controle local, ao permitir que operadores monitorassem processos dentro dos limites físicos de uma instalação. Com a modernização industrial, ressaltou Bleackley, esses sistemas tornaram-se a camada estratégica que conecta dados e software em todas as operações, permitindo que as decisões, que antes levavam dias para serem consolidadas, sejam tomadas em minutos.

“A mudança do controle local para a capacidade de resposta em toda a rede está redefinindo as operações industriais. Hoje, o sucesso depende da rapidez e da flexibilidade com que a capacidade pode ser realocada. Trata-se de compreender a oferta e a demanda em tempo real e levar esse conhecimento ao chão de fábrica”, explicou Bleackley.

Silos de dados limitam a eficiência operacional

Um exemplo prático dessa transformação é o da Agropur, uma das 20 maiores empresas de laticínios do mundo. Com 29 unidades fabris e uma receita anual de US$ 9 bilhões, a companhia digitalizou seu modelo industrial para romper os silos de dados que limitavam sua eficiência.

Ao padronizar e integrar os dados operacionais de suas diferentes unidades em uma visão única, a Agropur observa, agora, tendências de Eficiência Global de Equipamentos (OEE) por meio de recursos de visualização geograficamente interconectados. Essa transformação não apenas melhorou a capacidade de geração de relatórios, como também estabeleceu a base para a agilidade industrial em toda a América do Norte.

“A plataforma da Aveva possibilitou otimizar nossos processos de fluxo de dados e centralizar tudo em um único ponto de acesso para todos”, ressaltou Maxime Tremblay, gerente sênior de Aplicações de TI para Manufatura da Agropur.

Para a Aveva, o modelo de otimização just-in-time extremo e focado apenas em eficiência local ficou para trás. A nova fronteira é a agilidade sistêmica baseada em dados conectados. “Para os operadores, a capacidade de visualizar toda a rede — e de reagir de maneira informada e ágil — não é apenas uma conveniência tecnológica; é o futuro da resiliência em tempos de incerteza”, finalizou Bleackley, da Aveva.

Serviço
www.aveva.com

 

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