
Sete meses após o início da parceria entre Fibracem e Nokia, anunciada na Futurecom 2025, os efeitos começam a aparecer não apenas nos números das empresas, mas, sobretudo, na forma como os provedores de internet regionais estão estruturando suas redes e tomando decisões tecnológicas.
Em um mercado historicamente marcado pela disputa de preço e pela adoção de marcas pouco conhecidas globalmente, a combinação entre a capilaridade da Fibracem entre provedores de Internet (ISPs) e o peso da marca Nokia tem ajudado a elevar a régua de qualidade da infraestrutura de telecom no País.
“Mais do que ampliar o portfólio de uma fornecedora, a parceria tem funcionado como um vetor de profissionalização e amadurecimento tecnológico dos provedores, especialmente daqueles que vêm ganhando relevância regional nos últimos anos e agora precisam escalar sua operação com mais controle, capacidade e confiabilidade”, afirma o COO da Fibracem, Eryck El Jaick.
De acordo com o executivo, à medida que o provedor se consolida em sua região, aumenta a base de clientes e passa a atender empresas, órgãos públicos e aplicações críticas, surgem novas exigências, como mais controle da rede e dos serviços entregues, maior capacidade para suportar o crescimento de tráfego e novos planos, e menos instabilidade, que impacta diretamente a percepção dos usuários.
Para ele, o cenário passa a ser propício para soluções ativas de alta complexidade. Ele exemplifica com os equipamentos da multinacional finlandesa — ONT, ONU e OLT, peças chave nas redes de fibra óptica — que recentemente passaram a fazer parte da realidade dos provedores.
“O valor percebido deixa de ser apenas ‘quanto custa o equipamento’ e passa a incluir estabilidade, suporte, reputação de marca e capacidade de acompanhar o crescimento do negócio”, comenta Jaick.
A entrada mais forte de marcas como a Nokia na rotina dos provedores regionais, por meio da parceria com a Fibracem, também produz um efeito indireto relevante para o setor: o aumento do padrão mínimo de exigência tecnológica.
“Para o setor, isso significa um único canal de relacionamento capaz de integrar infraestrutura passiva e ativa, maior facilidade de adoção de tecnologias de padrão global e uma aproximação entre operadoras, ISPs e grandes marcas”, ressalta Jaick.
Para sustentar essa nova fase, a Fibracem estruturou uma equipe técnica própria, com profissionais especializados no nicho de ISPs. “Não se trata de abrir um novo mercado, mas de aprofundar a relação com um cliente que já comprava soluções passivas e agora amplia seu horizonte com ativos de rede mais sofisticados. O ganho, novamente, é setorial: mais provedores com projetos estruturados, redes melhor planejadas e menor improviso na base da infraestrutura”, finaliza Jaick.
Serviço
www.fibracem.com

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