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Vivo moderniza infraestrutura de Nuvem de TI com Red Hat OpenShift

Isso oferece à operadora uma base ágil e escalável para suas cargas de trabalho específicas de TI, resultando em uma redução de 99% no tempo de escalabilidade de recursos e de 95% no consumo de armazenamento

Vivo moderniza infraestrutura de Nuvem de TI com Red Hat OpenShift

A Red Hat, empresa global de soluções open source, anunciou nesta segunda-feira (2/2) que a Telefônica Brasil (Vivo) migrou seu ambiente de produção de TI do barramento de serviços críticos para o negócio, antes baseado em virtualização legada, para o Red Hat OpenShift. Essa mudança estratégica oferece à operadora uma base ágil e escalável para suas cargas de trabalho específicas de TI, resultando em uma redução de 99% no tempo de escalabilidade de recursos e de 95% no consumo de armazenamento.

Diante da pressão para reduzir despesas operacionais (OpEx), a Vivo buscou eliminar a complexidade e os custos crescentes associados à sua infraestrutura de virtualização legada. Ao padronizar sua operação no Red Hat OpenShift, a principal plataforma híbrida de aplicações em nuvem da indústria, baseada em Kubernetes, a companhia unificou a gestão de aplicações modernas cloud-native com as cargas de trabalho remanescentes em máquinas virtuais (VMs) de TI em uma única plataforma mais consistente.

Ao eliminar as restrições da virtualização legada em sua stack de TI, a empresa construiu um ambiente preparado para modelos de IA especializados

Para Gino Grano, vice-presidente global do segmento de Provedores de Serviços de Comunicação nas Américas da Red Hat, a iniciativa representa uma prática inovadora no ecossistema brasileiro de Telecomunicações. “A Vivo é um exemplo claro de ‘TechCo’ visionária que reconhece a virtualização legada como um possível obstáculo à agilidade e à eficiência de custos exigidas por sua transformação. Ao migrar workloads críticos para o Red Hat OpenShift, a empresa não apenas obteve economias expressivas de infraestrutura, mas também construiu uma base soberana e pronta para IA, capaz de evoluir na mesma velocidade que o mercado demanda”, comentou.

A migração do ambiente de produção de TI, o motor que sustenta o CRM, o gerenciamento de pedidos e a loja online da Vivo, gerou resultados técnicos e de negócio imediatos, incluindo:

Escalabilidade rápida: a empresa agora escala seu ambiente de TI em 10 minutos, ante 1.440 minutos (24 horas) anteriormente — uma melhoria de 99%.

Melhoria nas interações com clientes: nova plataforma reduziu os tempos de resposta para coleta de dados de clientes e consultas de faturamento em 42% e 61%, respectivamente.

Eficiência de infraestrutura: ao migrar para uma arquitetura “conteinerizada” em bare metal, a Vivo reduziu o consumo de CPU de TI em 55% e o uso de memória em 65%.

Manutenção mais ágil: a equipe de TI reduziu em 91% o tempo de aplicação de patches, passando de quatro horas para apenas 20 minutos.

Base para operações nativas de IA
Além dos ganhos imediatos de eficiência, essa transição impulsiona a Vivo rumo a operações inteligentes e autônomas. Ao eliminar as restrições da virtualização legada em sua stack de TI, a empresa construiu um ambiente preparado para modelos de IA especializados, capazes de otimizar ainda mais o desempenho de back-office e a eficiência dos sistemas.

Serviço
www.redhat.com

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