
A Transformação Digital avançou de forma acelerada em 2025 e seguirá em ritmo intenso nos próximos anos. Em 2026, o diferencial competitivo das empresas não estará apenas na adoção de novas tecnologias, mas na capacidade de integrá-las de forma estratégica, segura e com impacto real no negócio. A Inteligência Artificial (IA) continuará no centro das decisões corporativas, ao lado de iniciativas em Nuvem, Cibersegurança, sustentabilidade digital e desenvolvimento de talentos.
De acordo com um estudo da International Data Corporation (IDC), até 2027 metade das empresas globais deverá utilizar agentes de IA para redefinir a colaboração entre humanos e máquinas. Já até 2030, cerca de 45% das organizações contarão com frotas de agentes de IA para acelerar operações e fortalecer a governança. Para a Tivit, empresa do grupo Almaviva e provedora de serviços de tecnologia na América Latina, esse avanço torna ainda mais relevantes os investimentos em Cloud e Cibersegurança como base para a evolução dos negócios.
“A Inteligência Artificial será a espinha dorsal dos negócios em 2026, mas o grande desafio estará em escalar essas soluções com Governança, Segurança e responsabilidade”, afirma George Bem, CTO da Tivit. “A IA deixou de ser um experimento isolado e passou a ser um elemento integrado a processos, produtos e decisões estratégicas, exigindo cuidado com dados, ética e impacto nas pessoas.”
Com base nesse cenário, o executivo destaca cinco frentes tecnológicas que devem concentrar a atenção das empresas em 2026:
Inteligência Artificial integrada e escalável:
A IA segue como principal motor de transformação em 2026, impulsionando Automação, eficiência operacional e novos modelos de negócio. Soluções como AIOps, SOCs inteligentes, RPA e assistentes corporativos ganham escala, reduzindo custos, erros e tempo de resposta. O foco, no entanto, migra da experimentação para a integração com sistemas legados, Governança de Dados, Segurança dos modelos e enfrentamento de temas críticos como privacidade, vieses algorítmicos, transparência e impacto humano.
Cloud como fundação da transformação
A modernização de ambientes de TI seguirá acelerada, impulsionada principalmente pelas demandas da IA. Aplicações legadas tendem a migrar para arquiteturas em Nuvem — públicas, privadas ou híbridas — capazes de oferecer elasticidade, desempenho e controle. A crescente presença de Data Centers no Brasil e na América Latina amplia o acesso à nuvem e fortalece discussões sobre soberania e proteção de Dados sensíveis, especialmente em setores regulados e no setor público.
Cibersegurança como condição de confiança
Com o aumento do uso de Dados, Automação e IA, a Cibersegurança se consolida como elemento central da estratégia empresarial. A evolução dos Centros de Operações de Segurança (SOCs) no Brasil permitirá monitoramento contínuo de ambientes internos e externos, gestão de identidades, proteção de Dados em trânsito e em repouso, detecção de comportamentos anômalos e atendimento a requisitos de Compliance. Em 2026, a Segurança deixa de ser suporte e passa a ser condição para a inovação.
Sustentabilidade digital integrada à tecnologia
A sustentabilidade digital ganha espaço definitivo na agenda corporativa. Projetos de modernização tecnológica passam a incorporar métricas de eficiência energética, redução de hardware, migração para Nuvem com cálculo de impacto de CO₂ e uso de arquiteturas serverless e Automação. Dashboards de carbono, consumo de energia e eficiência por workload tornam-se ferramentas estratégicas para decisões regulatórias, auditorias e relatórios ESG.
Investimento em talentos e cultura digital
A evolução tecnológica exige profissionais capacitados para operar ambientes cada vez mais complexos. Em 2026, o investimento em pessoas será decisivo para alinhar competências humanas às novas demandas digitais. A formação contínua e o desenvolvimento de uma cultura orientada à inovação tornam-se fatores críticos para sustentar o crescimento e capturar valor das novas tecnologias.
Com múltiplas frentes evoluindo simultaneamente, 2026 se apresenta como um ano decisivo para empresas que buscam avançar em eficiência, inovação e competitividade. “O momento exige uma visão integrada, que conecte tecnologia, Segurança, sustentabilidade e pessoas”. As organizações que conseguirem equilibrar esses pilares estarão mais preparadas para enfrentar as transformações que já estão em curso.”, conclui George Bem.
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