
A computação quântica deixou de ser apenas tema acadêmico e já mostra aplicações práticas em grandes indústrias globais. Entre os exemplos de uso, a Nippon Steel, utiliza em projetos de otimização de processos de produção de aço. Outro caso de destaque é a colaboração com Nokia e Colt Technology Services em pesquisas sobre proteção de redes contra riscos cibernéticos pós-quânticos.
Todos estes projetos são possíveis graças à atuação da Quantinuum, joint venture entre a Honeywell e a Cambridge Quantum, do Reino Unido, que acaba de ser fortalecida por investimento estratégico da Nvidia, consolidando-se como uma das protagonistas desse avanço. A empresa, inclusive, já contava com a parceria estratégica da Microsoft, que disponibiliza sistemas da Quantinuum via Azure Quantum, acessível inclusive para companhias brasileiras.
“No Brasil, o potencial é enorme, mas ainda há alguns desafios a serem superados, como escassez de especialistas e a necessidade de maior investimento público nesta área, mas vemos que os clientes já estão interessados, especialmente em empresas de serviços críticos, como energia, por exemplo”, explica José Fernandes, CEO da Honeywell para a América Latina.
Por aqui, plataformas em Nuvem como o Azure Quantum reduzem essas barreiras, permitindo que empresas nacionais experimentem soluções em segurança cibernética, otimização e simulações complexas sem necessidade de infraestrutura própria.
Nos próximos anos, finanças, energia, logística e agroindústria devem ser os setores mais impactados. Pesquisas em universidades brasileiras e acesso a plataformas globais vão acelerar a adoção e aumentar a presença do País na computação moderna.
“Mas é hora de formar talentos, buscar parcerias e experimentar aplicações que já estão disponíveis. As empresas que se moverem primeiro terão uma vantagem competitiva clara”, finaliza Fernandes.
Serviço
www.honeywell.com



















