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IA passa a permear toda oferta da RD Station

Anúncios durante o RD Summit incluem incorporação de recursos de IA, atualização da assistente e a plataforma MCP, sinalizando novo ecossistema de software

IA passa a permear toda oferta da RD Station

O segundo dia do RD Summit, em São Paulo, marcou uma série de anúncios voltados à Inteligência Artificial no ecossistema da RD Station. Gustavo Avelar, vice-presidente da empresa, e Bruno Ghisi, cofundador e diretor de tecnologia, apresentaram nove novas funcionalidades com IA integradas aos produtos, entre elas a atualização da assistente virtual e ferramentas de análise e personalização.

Entre os destaques, se incluem o Radar GEO, um sistema que mede o quanto o conteúdo está preparado para ser interpretado por modelos de linguagem generativa; e o RD Tracker, que faz recomendações conforme o comportamento de navegação. A assistente passou a permitir cadastramento por voz em todos os produtos, enquanto agentes de IA passaram a realizar tarefas como transcrever chamadas e atualizar campos em tempo real.

Um dos objetivos da RD Station com a IA foi aproximar os usuários do potencial real das ferramentas  

Segundo ele, um dos objetivos da RD Station com a IA foi aproximar os usuários do potencial real das ferramentas. “Diferente de sistemas de suporte à operação, a avaliação de ROI entre os nossos clientes é sustentada em resultados tangíveis. Isso reforça a importância de mais usuários explorarem ao máximo a tecnologia.”

Novo ecossistema de software com IA
Ghisi anunciou ainda o lançamento da plataforma MCP (Model Context Protocol), que cria uma camada de intermediação entre múltiplos modelos de IA Generativa (como ChatGPT, Gemini e DeepSeek) e os sistemas corporativos, inclusive legados. Neste momento, o MCP é voltado a funções de consulta. Contudo, o diretor de tecnologia admite que a tendência é que os agentes também passem a executar comandos completos e interagir com as funcionalidades das aplicações.

Radicalizando essa abordagem, o software empresarial passa a ser um motor de Dados e funcionalidades acionado por uma grande camada conversacional.

Avelar observou que as novas interfaces não substituem as existentes, mas ampliam possibilidades. “A ideia é menos substituir do que estender. Nas corporações, teremos cada vez mais customizações com MCP e chamadas por APIs, mas as pessoas também continuarão a trabalhar na plataforma tradicional”, afirmou.

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