
A Iron Mountain, empresa global em serviços de gestão da informação, avança na implementação da plataforma Digital Pathology no Brasil – a solução digitaliza e compartilha imagens de lâmina inteira (WSI), aprimora o cuidado com o paciente e abre novas frentes para financiar pesquisas em patologia. Combinando o raciocínio clínico humano com a velocidade da Inteligência Artificial, a Digital Pathology já está em uso robusto em organizações nos Estados Unidos, com capacidade de digitalizar até 1,5 milhão de lâminas em menos de um ano naquele mercado. O Brasil receberá seu próprio scanner de lâminas neste ano, o que aumentará significativamente a capacidade da empresa de oferecer a solução completa ao mercado local.
A solução de Digital Pathology da Iron Mountain oferece uma abordagem completa e integrada, desde o armazenamento físico das amostras até a entrega de diagnósticos digitais. A tecnologia permite o armazenamento digital de lâminas nas principais plataformas de Nuvem disponíveis no Brasil ou em Data Centers da própria Iron Mountain ao redor do mundo, acelerando significativamente o processo de diagnóstico. As lâminas também podem ser armazenadas fisicamente com alto nível de segurança e garantia de integridade.
A solução inclui ainda um visualizador digital compatível com diferentes tecnologias de digitalização. Além disso, permite integração com os principais sistemas hospitalares e laboratoriais (como LIS e HIS) por meio de APIs. Outro diferencial é o modelo de contratação baseado em custo operacional (OPEX), que ajuda as instituições a reduzirem o custo total de propriedade, evitando altos investimentos iniciais em infraestrutura.
“Nossa proposta é amplificar a capacidade de digitalização que alguns hospitais e clínicas brasileiras já possuem por meio dos nossos recursos de armazenamento e organização das lâminas em nossa unidade Biosafe, que é certificada para biossegurança”, afirma Ana Carla Martins Netto, diretora Comercial Geral da Iron Mountain Brasil. De acordo com a executiva, a lâmina digitalizada apresenta várias vantagens em comparação com a lâmina física, como diminuição no tempo médio de espera para visualização para até, no máximo, 24 horas de qualquer lugar do mundo. De um modo geral, esse prazo chega a ser de 8 dias.
A Inteligência Artificial Embarcada permite diagnósticos preliminares rápidos, assim como uma segunda opinião médica automatizada e a descoberta de padrões em imagens, especialmente em ressonância magnética e tomografia, que podem ajudar o médico a chegar a um diagnóstico final. Dados anonimizados de perfis dentro de determinado gênero, idade e diagnóstico, por exemplo, também podem ser compartilhados de forma segura e em conformidade regulatória com patologistas para apoio em pesquisas e ensino, com potencial para gerar nova fonte de receita à instituição.
Os Dados das lâminas digitalizadas são rastreados de ponta a ponta, ficam armazenados de maneira segura em Nuvem com diferentes níveis de acesso e oferecem visualização integrada das imagens para análise, anotação e uso por IA. “Dessa forma, a IA pode transformar a forma como hospitais, laboratórios e instituições de pesquisa operam, promovendo escala, além de avanços no diagnóstico e no tratamento de doenças complexas”, destaca Rodolfo Roim, diretor de Produtos e Soluções Digitais da Iron Mountain para a América Latina.

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Dilemas e oportunidades de blockchain para identidade
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