
A Links Field, MVNO brasileira especializada em conectividade M2M e IoT, anuncia o lançamento do seu terceiro estudo técnico sobre o desligamento das redes legadas no País. O novo material — intitulado “Soluções Técnicas da Transição de Tecnologia 2G/4G no Brasil”, traz uma análise aprofundada dos impactos operacionais, das alternativas tecnológicas disponíveis e dos riscos envolvidos para empresas que utilizam dispositivos conectados em redes móveis.
Com a aceleração do processo de refarming no Brasil, que envolve a realocação das faixas de frequência utilizadas por 2G e 3G para ampliar a capacidade das redes 4G e 5G, soluções técnicas eficazes são urgentes para garantir a continuidade e a eficiência de operações baseadas em conectividade celular.
“O desligamento do 2G/3G não é apenas uma mudança tecnológica: ele impacta diretamente setores estratégicos como rastreamento, segurança eletrônica, logística e meios de pagamento. Com este estudo, queremos apoiar os gestores de tecnologia e conectividade com informações confiáveis, práticas e validadas por nossa experiência no mercado”, afirma Thiago Paulino Rodrigues, CEO da Links Field e coautor do material.

O conteúdo técnico oferece um comparativo detalhado entre as gerações de rede (2G, 3G, 4G), explicando suas características menos conhecidas e como elas afetam diferentes casos de uso em IoT. O estudo também analisa o impacto da transição sobre a operação de redes móveis, destacando o uso de tecnologias como o DSS (Dynamic Spectrum Sharing) e acordos de RAN Sharing, que estão sendo adotados por operadoras como Vivo, Claro e TIM para otimizar a redistribuição espectral.
No capítulo dedicado ao mercado de dispositivos, a Links Field apresenta um levantamento prático com os principais modelos 4G homologados no Brasil, comparando desempenho, consumo de Dados, presença de fallback 2G e compatibilidade com as bandas nacionais. A seleção correta do equipamento é tratada como fator decisivo para garantir estabilidade durante e após a transição.
Outro ponto crítico abordado é o uso de SMS em redes 4G, que exige compatibilidade com VoLTE ou protocolos como SMS over IMS. O estudo alerta para o risco operacional de continuar dependendo de fallback para redes legadas em aplicações que exigem troca de comandos em tempo real — especialmente em um cenário de desligamento progressivo dessas tecnologias.
Transição x Custo: o que pesa mais?
Segundo Dados da Anatel destacados no estudo, o Brasil já ultrapassou a marca de 40 milhões de dispositivos IoT conectados por rede celular. A transição para redes 4G representa um investimento considerável, mas manter uma base instalada em redes degradadas tende a gerar custos ainda maiores a médio prazo — tanto em manutenção quanto em falhas operacionais.
O estudo foi desenvolvido com base em testes de campo, dados de homologação da Anatel e experiências práticas da Links Field com clientes de todo o País, consolidando-se como um guia técnico e estratégico para empresas que buscam migrar suas operações com segurança e previsibilidade.
Os dois primeiros estudos também estão disponíveis gratuitamente:
Guia da Transição 2G/4G no Brasil – https://impactoeconomico2g3g.com.br/
Impacto Econômico 2G/3G no Brasil – https://impactoeconomico2g3g.com.br/
Serviço
solucoestecnicas2g4g.linksfield.com.br

Leia nesta edição:

CAPA - TECNOLOGIA
Arquitetura neuromórfica, a plataforma inspirada no cérebro humano

MERCADO
O bom negócio da locação de equipamentos de TI

SEGURANÇA DIGITAL
Dilemas e oportunidades de blockchain para identidade
EXCLUSIVA DIGITAL

VERSÃO LATAM
Agora a versão digital também é LATAM
Baixe o nosso aplicativo














