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Saving as a Service ($aaS) é a resposta para economias garantidas

Aquela máxima “Tempo é dinheiro” sempre foi verdadeira, mas agora, com a rapidez da vida moderna e hiperconectada, a frase de efeito se tornou um mantra que deveria ser repetido por todos aqueles que desejam o sucesso, seja nos negócios ou na vida pessoal.

Você talvez se lembre de quando o ex-presidente norte-americano Barack Obama virou manchete dos jornais por dizer que sempre vestia o mesmo terno. Não a mesma peça, mas a mesma cor e o mesmo modelo. O motivo? Não perder horas preciosas tomando decisões que não eram importantes para ele.

E, pior que perder tempo, é perder dinheiro. Principalmente aquele que poderia ter sido economizado ou melhor empregado. Quem já administrou um negócio, independente do tamanho, já deve ter tido a sensação de ver os recursos escorrendo pelo ralo. Enquanto cortar custos radicalmente é o sonho de todo administrador, fazer isso de forma que não prejudique a operação e o serviço ou produto oferecido no final exige ciência.

Tem como?
Já adianto que a resposta é sim. E mais: na grande maioria das vezes, o produto ou serviço que se tornou mais barato através de inteligência e automação é muito melhor.

Por esse motivo, o mercado e o setor de inovação estão cada vez mais preocupados em evitar falhas e em otimizar o custo das operações. Você sabe a diferença entre SaaS, PaaS e IaaS?

Essas siglas podem até parecer complicadas, detalharei cada uma delas a seguir, mas esses modelos de negócios têm se incorporado no dia a dia das empresas e de quem se beneficia de seus serviços. Elas nada mais são do que uma mudança na forma em que nos relacionamos com um produto.

Para começar, vamos a um exemplo simples, fora do âmbito corporativo, como o ato de ouvir música. Hoje você dificilmente comprará um único disco no iTunes, já que é mais prático e mais barato assinar Apple Music, Spotify ou Deezer e ter acesso ao catálogo dos principais músicos do planeta.

Bem, agora vamos pensar grande
Enquanto no SaaS (Software as a Service) as empresas economizam por não precisarem comprar ou mesmo criar um sistema operacional do zero, pagam “pelo uso”, no PaaS (Plataform as a Service) o consumidor recebe um ambiente pronto em que pode desenvolver seus produtos, como uma nuvem ou plataforma de gestão de trabalho.

Já no IaaS (Infrastructure as a Service) as possibilidades são maiores, já que são Dados aos interessados, como bem diz o nome, todo o suporte necessário para a realização de serviços de uma corporação, como acontece com empresas como Microsoft, IBM e Amazon. As vantagens dessas medidas são claras: reduções drásticas de custos, isso sem contar na dor de cabeça que você poupará ao optar pela praticidade operacional.

Mas como ir além?
Um novo $aaS, mas dessa vez com um novo “S”, Savings as a Service, surge como uma resposta para quem precisa reduzir custos em grande escala. Ou seja, o ato de economizar é o serviço em si a ser oferecido ao mercado. Enquanto o SaaS, PaaS e IaaS focam na “ferramenta” para que a empresa invista na busca de melhorias, o $aaS utiliza inovação e tecnologia de aplicativos (Soluções em APPs, iOS e Android) para gerar economias aos clientes, assegurando contratualmente que as mesmas sejam alcançadas.

Se a prática de “Economizar/Savings” é lugar comum e foco de gestores e empresas, a prática ganha outros contornos quando a tecnologia encontra a inovação. Todas as soluções na plataforma trazem controle, Compliance, experiência de uso (UX) diferenciada aos colaboradores das empresas e o modelo de remuneração é de “savings” garantidos.

Imagine que você mora em uma grande cidade, está atrasado para uma reunião de trabalho e precisa chamar um carro por aplicativo na hora do rush? Você não encontra nenhum motorista, os preços das corridas, devido a alta demanda, estão nas alturas e você entra em apps diferentes tentando encontrar a melhor opção. Um motorista aceita, mas então cancela e você volta à estaca zero.

Agora amplie esse problema para todos os colaboradores de uma empresa multinacional que precisam se deslocar pelas cidades para, por exemplo, encontrar clientes importantes. Qual a melhor solução? Possuir automóveis corporativos e gastar rios de dinheiro com manutenção, custo de capital e escala de motoristas? Só de pensar em colocar essa operação no papel, os problemas já começam a aparecer.

Você já deve ter se deparado com aplicativos que escolhem as melhores passagens aéreas ou os melhores hotéis, como Trivago, 123 Milhas e Kayak, certo? É mais fácil entrar no site de cada hospedagem, anotar os preços e separar as fotos dos quartos ou usar um desses serviços?

Pensando nessa facilidade, empresas que oferecem o serviço de $aaS desenvolveram plataformas focadas em mobilidade capazes de calcular em tempo real qual a melhor opção de carro por aplicativo. São ótimos exemplos, assim como os apps de viagens, de sistemas de economia garantida.

Nos últimos 30 anos tenho me especializado na busca de soluções que possam superar a linha da mera praticidade que já nos é constantemente oferecida. A relação fornecedor- cliente é um casamento e o foco do fornecedor deve ser 100% você.

E se o mesmo tem “skin in the game”, está comprometido e acredita que está gerando real valor, peça que lhe apresente uma relação $aaS. Quando o “Saving As A Service” passa a fazer parte do seu cotidiano, o ato de economizar com controle, Compliance, excelente usabilidade e níveis de serviços superiores passam a ser corriqueiros.

Pense nisso e… economize!

Por Alexander Willy, sócio e CEO da Wexp.

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