
As empresas no Brasil fizeram grandes investimentos em Data Lakes e Data Pipelines, pois reconhecem a necessidade de se tornarem orientadas por dados para a sobrevivência dos negócios, de acordo com um novo relatório de pesquisa publicado pelo Information Services Group (ISG), empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia.
O relatório ISG Provider Lens Analytics Platforms 2022 para o Brasil mostra que algumas empresas recorreram a plataformas de análise para superar obstáculos que as impediam de alcançar os resultados que esperavam de seus projetos de dados. As plataformas de análise integrada e as plataformas de governança de dados oferecem uma gama crescente de recursos para ajudar as organizações a obter o máximo das iniciativas de dados.
“Muitas empresas no Brasil estão ansiosas para usar dados para se tornarem mais competitivas, mas alguns projetos nunca entraram em produção devido a desafios comuns”, disse Sush Apshankar, líder de Análise do ISG para as Américas. “Os fornecedores de plataformas de análise podem ajudar os clientes a implementar soluções que estabelecem as bases para o sucesso”, observou.
Algumas iniciativas falharam porque as empresas não tinham uma estratégia de dados clara para definir objetivos, prioridades e marcos, diz o ISG. As plataformas analíticas incorporadas geralmente possuem recursos automatizados de aprendizado de máquina que permitem que as empresas criem cenários e modelos preditivos sem escrever códigos complexos. Esses recursos oferecem cada vez mais conectores embutidos para bancos de dados de aplicativos para facilitar a integração de dados.
Outros projetos pararam porque as empresas careciam de governança de dados eficaz, diz o relatório. Com registros incompletos ou duplicados, ou dados presos em silos, a implementação de novos sistemas de dados pode exigir uma programação complexa. As plataformas de governança de dados permitem que as organizações automatizem a maioria desses processos, mesmo em fontes de dados que usam formatos diferentes.
“A automação fornecida pelas principais plataformas de governança de dados oferece ganhos significativos em eficiência e visibilidade para empresas com ambientes de dados herdados mal administrados”, disse Jan Erik Aase, sócio e líder global do ISG Provider Lens Research.
Embora vários fornecedores globais ofereçam soluções no Brasil, uma indústria de análise local está surgindo e as empresas têm opções locais domésticas para escolher, diz o ISG. Esses provedores podem oferecer algumas vantagens, como redes de parceiros mais fortes, maior familiaridade com as demandas e desafios das empresas locais e maior conhecimento dos formatos de dados usados no Brasil. Além disso, como os custos e contratos desses fornecedores estão na moeda local, os clientes estão protegidos contra o risco de taxa de câmbio.
O relatório também explora outras tendências analíticas que afetam as empresas no Brasil, incluindo a crescente importância das ferramentas de segurança de dados e a crescente disponibilidade de ferramentas de modelagem de dados que permitem a programação com pouco ou nenhum código.
O relatório ISG Provider Lens Analytics Platforms 2022 para o Brasil avalia as capacidades de 26 provedores em dois quadrantes: Embedded Analytics e Business Analytics Platforms e Data Governance Platforms.
O relatório nomeia a Qlik e a Semantix como líderes em ambos os quadrantes. Ele nomeia Assesso, GoodData, IBM, Informatica, Microsoft, Oracle, SAS e Tableau como líderes em um quadrante cada. Além disso, a Stibo e a Zoho são nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em um quadrante cada.
Serviço
www.isg-one.com

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