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CIOs da aviação impulsionam investimentos em tecnologias digitais

O último relatório Transporte Aéreo – Insights em TI – 2022, da SITA, revela um processo de digitalização acelerado para auxiliar as companhias aéreas e os aeroportos atenderem à crescente demanda de passageiros

CIOs da aviação impulsionam investimentos em tecnologias digitais

Diante do aumento de interrupções, acúmulo de bagagens e carência de funcionários, aeroportos e companhias aéreas estão ampliando seus investimentos em tecnologia para digitalizar suas operações e agilizar a jornada dos passageiros, oferecendo mais opções de autoatendimento.

O relatório Transporte Aéreo – Insights em TI – 2022 (2022 Air Transport IT Insights, em inglês), da Sita, publicado no dia 31/01/2023, revela que, com a recuperação pós-pandemia, os CIOs das empresas da área querem garantir operações ágeis, resilientes e eficientes, focando em soluções de TI para impulsionar o setor. Isso vem estimulando a aceleração da digitalização, com companhias aéreas e aeroportos buscando soluções- chave em tecnologia para fortalecer seus procedimentos contra interrupções, ao mesmo tempo em que automatizam a experiência dos passageiros.

A digitalização é vista como a chave para enfrentar essas adversidades, proporcionando mais escalabilidade e flexibilidade 

A expectativa é que os investimentos em TI continuem com uma tendência de crescimento constante ano a ano, que vem sendo observada desde 2020, para suportar o avanço da digitalização. Com isso, 96% das companhias aéreas e 93% dos aeroportos planejam que as despesas com TI permaneçam as mesmas ou aumentem em 2023, em comparação com 2022. No ano passado, os gastos das empresas e dos aeroportos com essas tecnologias aumentaram para aproximadamente US$ 37 bilhões e US$ 6,8 bilhões, respectivamente.

“As viagens se recuperaram da pandemia mais rapidamente do que, inicialmente, qualquer profissional da área pudesse esperar, especialmente na Europa e nos EUA. Embora a retomada seja bem-vinda, aeroportos e companhias aéreas se depararam com alguns desafios: falta de colaboradores e de recursos. Este cenário gerou preocupação com as operações, resultando em um risco maior de superlotação, atrasos, cancelamentos e bagagens extraviadas. A digitalização é vista como a chave para enfrentar essas adversidades, proporcionando mais escalabilidade e flexibilidade”, ressalta David Lavorel, CEO da SITA.

Digitalizar operações para alcançar mais com menos
As companhias aéreas estão dando uma grande ênfase às ferramentas de TI, as quais gerenciam procedimentos irregulares e proporcionam a melhor experiência possível aos passageiros, mesmo em meio à carência de profissionais. Nos próximos três anos, 90% ou mais das aéreas investirão no aprimoramento do gerenciamento de serviços de TI e em sistemas de aviso de interrupção, além de iniciativas de inteligência de negócios para o monitoramento da rotatividade de aeronaves e processamento de passageiros e bagagens.

As soluções de inteligência de negócios também estão no topo das prioridades de investimento em TI para os aeroportos, com 93% ou mais planejando o uso dessas soluções para a gestão de ativos e operações de voo até 2025. A ênfase na agilidade, incluindo situações de interrupção, e comunicação imediata com clientes e stakeholders é evidente. Até 2025, metade dos aeroportos buscarão implementar alertas preventivos automatizados antes dos eventos de cancelamento de voos, além das iniciativas de inteligência de negócios que permitirão o escalonamento das operações com base na demanda.

Simplificando a jornada do passageiro com tecnologias inteligentes
Companhias aéreas e aeroportos estão investindo em tecnologias- chave para otimizar a experiência dos passageiros em cada etapa da viagem, ajudando a reduzir os gargalos, além de permitir a redistribuição de funcionários, que podem atuar em áreas mais necessitadas. Por conta disso, as tecnologias biométricas e de autoatendimento estão recebendo grande destaque.

As companhias aéreas identificaram que as tecnologias de autoatendimento são fundamentais para auxiliar no gerenciamento de operações irregulares, por isso terão prioridade de investimento em 2022. Já as soluções sem contato físico e de gestão de identificação biométrica vêm em seguida dentre as preferências.

Para proporcionar um gerenciamento de bagagem eficaz e prover mais autonomia aos passageiros, após um período significativo de interrupções, a maioria das companhias aéreas planeja fornecer informações de rastreamento de bagagem em tempo real aos passageiros até 2025.

Os aeroportos também estão priorizando iniciativas de autoatendimento, dando amplo destaque às soluções de self check-in e autodespacho de bagagem, com 86% deles planejando a implementação desses serviços até 2025. Também é importante destacar que a aplicação de um único e seguro token biométrico, em todos os pontos de contato dos aeroportos, aumentou de apenas 3% em 2021 para 39% em 2022, com mais da metade planejando a implantação para os próximos três anos. Isso sinaliza um forte compromisso com uma experiência de viagem mais tecnológica, na qual os passageiros poderão navegar pelo aeroporto usando o rosto como cartão de embarque.

A Sita é uma provedora de TI para o setor de transporte aéreo, oferecendo soluções para companhias aéreas, aeroportos, aeronaves e governos. Nossa tecnologia possibilita viagens aéreas mais integradas, seguras e sustentáveis.

Em 2021, a SITA tornou-se uma empresa certificada CarbonNeutral pelo The CarbonNeutral Protocol – padrão global líder para programas neutros em carbono. Estamos reduzindo as emissões de gases de efeito estufa em todas as nossas operações por meio de nosso programa Planet+, reconhecido pela ONU, ao mesmo tempo em que desenvolvemos soluções para ajudar a indústria da aviação a atingir seus objetivos de redução de carbono, incluindo redução do consumo de combustível e maior eficiência operacional. Em 2022, anunciamos nosso compromisso de estabelecer metas de redução de emissões baseadas na iniciativa Net-Zero Standard, do Science Based Targets, uma parceria entre o CDP, o Pacto Global das Nações Unidas, o World Resources Institute (WRI) e o World Wide Fund for Nature (WWF).

Serviço
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