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O novo perfil do profissional de tecnologia buscado pelas empresas: especialização, inglês e idade

A Disys, uma das empresas de alocação profissional do País, dobrou número de profissionais contratados para empresas no exterior

O novo perfil do profissional de tecnologia buscado pelas empresas: especialização, inglês e idade

A demanda por profissionais de tecnologia continua elevada. Todo ano, são abertas cerca de 159 mil vagas no Brasil, segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação de Tecnologias Digitais (Brasscom). Há, no entanto, mudanças no perfil do profissional mais buscado pelas empresas.

Ajustes pós-pandemia e a consolidação do trabalho remoto vêm mudando os critérios de contratação de companhias nacionais e internacionais. “Com o crescimento do comércio eletrônico durante a pandemia de covid, a busca por profissionais cresceu e as empresas flexibilizaram critérios de contratação. Esse momento passou, as empresas estão ajustadas, com novas demandas, e o perfil mudou”, explica Alexsandro Tolomei, diretor regional da Disys, uma das maiores empresas de alocação profissional e serviços gerenciados do Brasil.

A formação superior continua se destacando no currículo, mas a especialização tem cada vez mais peso 

A formação superior continua se destacando no currículo, mas a especialização tem cada vez mais peso. “Ser um especialista em linguagem de programação como Python, Java, .Net ou RPA, atendendo a uma necessidade bem específica da empresa, pode ter o mesmo peso ou até mais relevância que o diploma superior na área”, afirma Tolomei.

Também sai na frente na disputa pela vaga quem tem fluência em inglês, já que, cada vez mais, com a possibilidade de trabalho remoto, empresas estão buscando profissionais no mundo todo. Na Disys, por exemplo, a média de brasileiros alocados em empresas internacionais passou de 10% do total, em 2019, para 20% no ano passado. Todo ano, a Disys aloca cerca de mil profissionais no Brasil e no exterior. “O mercado de trabalho para o profissional de tecnologia, hoje, é o mundo. E o inglês é a porta de entrada”, diz Tolomei.

E há oportunidades para todas as faixas etárias, explica Tolomei. “Engana-se quem pensa que jovens são mais valorizados nessa área. Nada disso. O que as empresas estão buscando é a capacidade técnica, a especialização, o inglês. Um profissional com essas características, não importa a idade, sempre será disputado.”

Sobre a Disys
A Disys Brasil está no País desde 2007, como subsidiária integral da Digital Intelligence Systems Corporation. Possui linhas de serviços estruturadas para atender como empresa de consultoria de TI focada na terceirização de serviços, seja na alocação de profissionais ou assumindo integralmente a gestão do serviço e outsourcing de integração junto ao negócio de seus clientes.

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