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Estudo da Barracuda revela como agem e atacam os bots maliciosos

O relatório analisa as tendências atuais, o volume de tráfego desses bots maliciosos, de onde os ataques se originam e a hora do dia em que se têm maior probabilidade de ocorrer

Estudo da Barracuda revela como agem e atacam os bots maliciosos

A Barracuda Networks, provedora de soluções de segurança cibernética, divulgou nesta quarta-feira (1/9) as principais descobertas sobre bots maliciosos e as formas como esses ataques automatizados estão evoluindo. O relatório “Bot attacks: Top Threats and Trends – Insights into the growing number of automated attacks” explica os padrões de tráfego emergentes, traz exemplos reais de comportamento e detecção de bots e as etapas que as equipes de TI devem seguir para proteger seus negócios.

Embora alguns bots, como rastreadores de mecanismos de pesquisa, sejam bons, nossa pesquisa mostra que mais de 60% dos bots se dedicam a realizar atividades maliciosas em grande escala

O relatório analisa as tendências atuais, o volume de tráfego desses bots maliciosos, de onde os ataques se originam e a hora do dia em que se têm maior probabilidade de ocorrer. Também detalha exemplos ativos e cobre as etapas que as equipes de TI podem realizar e a tecnologia que devem usar para impedir esses tipos de ataques.

Os pesquisadores da Barracuda analisaram os padrões de tráfego durante os primeiros seis meses de 2021. Eles descobriram que os bots representam quase dois terços do tráfego da Internet, enquanto os bots maliciosos representam quase 40% de todo o tráfego. Aplicativos de comércio eletrônico e portais de login são os alvos mais comuns de bots persistentes avançados.

A América do Norte é responsável por 67% do tráfego de bots maliciosos e a maior parte dele se origina de Data Centers públicos. A maior parte do tráfego de bots vem de duas grandes Nuvens públicas – AWS e Microsoft Azure – quase na mesma medida. Pouco mais de 22% do tráfego de bot maliciosos vem da Europa, sendo mais provável que esse tráfego venha de serviços de hospedagem ou IPs residenciais. Os bots costumam atacar no horário comercial.

“Embora alguns bots, como rastreadores de mecanismos de pesquisa, sejam bons, nossa pesquisa mostra que mais de 60% dos bots se dedicam a realizar atividades maliciosas em grande escala”, disse Nitzan Miron, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Segurança de Aplicativos da Barracuda. “Quando não são verificados, esses bots maliciosos podem roubar dados, afetar o desempenho do site e até mesmo levar a uma violação. É por isso que é extremamente importante detectar e bloquear efetivamente o tráfego de bot”, finalizou.

Serviço
www.barracuda.com/bot-threat-report

AWS

Azure

Barracuda Networks

bot

Nuvem

segurança

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