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Assistentes virtuais abrem brechas para vulnerabilidade, aponta pesquisa da NordVPN

Os alto-falantes inteligentes gravam todos os comandos que lhes são dados, caso esteja assim configurado – o ideal é não armazenar

Assistentes virtuais abrem brechas para vulnerabilidade, aponta pesquisa da NordVPN

A NordVPN, prestadora de serviços e segurança de VPNs, divulgou uma pesquisa sobre o uso de assistentes virtuais no Reino Unido e Estados Unidos e os riscos que elas podem oferecer. O estudo aponta que quase metade dos britânicos (42,4%) e um terço dos americanos (32,5%) que utilizam o recurso não têm conhecimento que o aparelho grava e armazena permanentemente os comandos solicitados pelos usuários, e isso abre portas para a vulnerabilidade.

Os hackers desenvolvem um malware especial que é infiltrado nos alto-falantes por meio do smartphone ao qual estão conectados, e assim acessar suas gravações de comandos comprometendo a segurança das casas, como as atividades realizadas na internet e até câmeras de segurança da residência  

Esses dados armazenados são valiosos para os cibercriminosos. Em 2019, o Google relatou o vazamento de 1.000 gravações de assistentes virtuais, sendo que 153 delas foram “conversas que nunca deveriam ter sido gravadas” porque os usuários não se atentaram às configurações do aparelho. Os hackers desenvolvem um malware especial que é infiltrado nos alto-falantes por meio do smartphone ao qual estão conectados, e assim acessar suas gravações de comandos comprometendo a segurança das casas, como as atividades realizadas na internet e até câmeras de segurança da residência.

Os alto-falantes inteligentes gravam todos os comandos que lhes são dados, caso esteja assim configurado – o ideal é não armazenar. As gravações geralmente são armazenadas no dispositivo e, em seguida, enviadas aos servidores em Nuvem da empresa para processamento. Como muitos usuários não alteram as configurações padrão, os fabricantes têm controle total das gravações e podem usá-las de várias maneiras, como para melhorar a qualidade do serviço ou ainda desenvolver tecnologias de Inteligência Artificial.

O perfil dos britânicos é dividido igualmente entre homens e mulheres e a faixa etária mais adepta ao recurso está na faixa entre 25 e 34 anos (20,5%). Nos americanos a divisão por gênero também é equilibrada (53% homens e 47% mulheres), mas a maioria dos usuários (20,6%) têm entre 35 e 44 anos, aponta a empresa.

 

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