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Os riscos que o home office pode oferecer para a segurança cibernética das empresas

Diretor Geral da multinacional de soluções para segurança Netscout, Geraldo Guazzelli, adverte quais são as implicações que, a longo prazo, o home office pode ter e como as equipes de TI de uma empresa podem contribuir para a produtividade e segurança dos funcionários

Os riscos que o home office pode oferecer para a segurança cibernética das empresas

O trabalho remoto pode representar inúmeros riscos. Além de acessarem ferramentas e sistemas sem passar por várias camadas de segurança corporativa ou de rede, os funcionários de uma empresa usam, muitas vezes, seus notebooks comerciais para checar e-mails pessoais e mídias sociais. E eles se conectam a redes Wi-Fi domésticas, já cheias de dispositivos que utilizam senhas padrão. Para completar, a rede ainda é compartilhada entre os membros da família.

Mas os conceitos básicos são sempre os mesmos: pessoas informadas e preparadas, processos adequados e, principalmente, soluções que forneçam visibilidade e ferramentas de obstrução  

De acordo com Geraldo Guazzelli, Diretor Geral da Netscout, multinacional de soluções para segurança, quando as pessoas trabalham de casa sem se precaverem e sem orientação de uma equipe de TI, podem abrir as portas para que hackers causem problemas para a empresa. “Qualquer tipo de empresa ou entidade que tenha uma porta conectada a Internet está sujeita a diversos tipos de ocorrência. Desde hospitais e laboratórios até agências de turismo com seus escritórios e franquias hoje estão sujeitos aos mesmos tipos de ameaças como empresas de grande visibilidade, como bancos e lojas e-commerce”, explica.

Um dos cibercrimes mais em voga atualmente é o ataque de ciberextorção que pode acontecer de três formas: criptografia de arquivo, roubo de dados e ataque de negação de serviço (DDOs). Todos visam que a empresa pague um valor aos criminosos para que consiga recuperar seus dados e retomar o controle de suas operações. Algumas proteções básicas devem ser adotadas pelas companhias para inibir esses tipos de ataques.

“Cada caso, empresa ou entidade, requer uma avaliação e um modelo de proteção. Mas os conceitos básicos são sempre os mesmos: pessoas informadas e preparadas, processos adequados e, principalmente, soluções que forneçam visibilidade e ferramentas de obstrução. É necessário manter os serviços ativos, sem interrupções e sem expor dados da empresa, dos colaboradores, usuários e clientes”, finaliza o diretor.

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