
A KPMG realizou um levantamento analisando os quatro padrões de retomada dos 40 principais setores da economia brasileira após um ano de início da pandemia da Covid-19. Segundo estudo, o setor de asset management está no estágio chamado “transformar para emergir”, onde as empresas estão passando por um momento de grande transformação. Na primeira edição da pesquisa realizada em abril do ano passado, o segmento estava fase chamada “retorno ao normal” em que as indústrias sofreram os efeitos da recessão e do distanciamento social dos investidores.
Modelo de negócios: será voltado para proposta de valor, relação com os investidores, formas de distribuição e práticas de ESG (da sigla em inglês para meio ambiente, social e governança). Como priorizar e quantificar a gestão, produtos e soluções digitais para minimizar o efeito da redução das interações com os investidores.
Gestão de riscos: Foco requerido na estrutura de tecnologia da informação remota para garantir segurança cibernética e proteção de dados. Acréscimo de operações nas nuvens para aqueles que ainda não possuíam. Gerenciamento dos riscos de mercado, liquidez e contraparte para estar preparado para uma segunda e terceira onda da Covid-19. Automação dos processos de risco. Incorporação de critérios e filtros de ESG na avaliação de riscos.
“A pesquisa mostrou que o setor de asset management avançou no que diz respeito à retomada de crescimento um ano após o início da pandemia. Na nova realidade, podemos considerar aspectos que estão impulsionando o setor como Transformação Digital, resiliência, inovação, colaboração e fatores ESG”, analisa o sócio líder de asset management da KPMG, Lino Junior.
Sobre a pesquisa “Tendências e a nova realidade – 1 ano de covid-19”
O documento da KPMG traz informações relevantes e um balanço sobre como as empresas vêm respondendo aos desdobramentos desde o início da crise. De acordo com a pesquisa, podem ser consideradas em “processo de crescimento”, as indústrias em que os investidores percebem o potencial de liderar e fornecem capital para escalar agressivamente durante a recuperação. Já no “retorno ao normal”, essas organizações são vistas como essenciais e se recuperarão mais rapidamente à medida que a demanda do consumidor retornar em volumes semelhantes. No terceiro estágio intitulado no relatório como “transformar para emergir” as empresas vão precisar de reservas de capital para resistir e transformar modelos operacionais e de negócio. Por fim, “em reiniciar”, essas organizações lutam para se recuperar da covid-19 devido à demanda permanentemente reduzida por ofertas, capital insuficiente para evitar recessão prolongada ou má execução da Transformação Digital.

















