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Movimento CyberTech Brasil quer fortalecer a Segurança Cibernética

Iniciativa da Cisco e do Distrito montou um espaço para promover a colaboração de empresas, governos e entidades para debater e desenvolver soluções

Movimento CyberTech Brasil quer fortalecer a Segurança Cibernética

A Cisco e o Distrito, plataforma que reúne startups e cultura empreendedora, lançaram o Movimento CyberTech Brasil, com o objetivo de fomentar o ecossistema de segurança cibernética no País, promovendo a colaboração de empresas, startups, governo, academia e demais organizações no debate e desenvolvimento de soluções. A base da iniciativa é o Cisco Secure CyberHub, um espaço físico montado dentro das instalações do Distrito Fintech  no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da cidade de São Paulo, que dispõe das últimas tecnologias em segurança cibernética. “Estamos anunciando uma iniciativa importante para o nosso Programa de Aceleração Digital, que se chama Brasil Digital e Inclusivo. O anuncio de hoje toca em dois pilares importantes desse nosso programa, que são inovação e segurança cibernética. A Cisco entende a relevância e a necessidade da inovação alinhada à segurança cibernética, para que empresas e governos continuem nessa sua jornada de Transformação Digital”, disse Ricardo Mucci, country manager da Cisco do Brasil.

Em outubro vamos fazer o primeiro CyberTech Summit, um evento anual para fortalecer cada vez mais o ecossistema de segurança cibernética no Brasil

Ele explicou que o objetivo é incentivar o desenvolvimento do ecossistema de inovação para o setor de segurança cibernética, promovendo a conexão e a colaboração entre grandes empresas, startups, governo, academia e demais organizações envolvidas neste tema. “O Cisco Secure CyberHub. O espaço reúne recursos audiovisuais para experiências em segurança digital. E será também espaço para startups, além de ajudar na formação de profissionais na área de segurança cibernética, completando os nossos treinamentos dentro do Cisco Networking Academy. Ninguém inova sozinho, acreditamos no modelo de co-criação. Este é um ambiente aberto, independentemente se o cliente ou startup tenha uma solução de outro fabricante, ele estará aberto a todos. Seremos agnósticos a uma tecnologia específica”, garantiu o executivo.

Segundo Gustavo Araújo, CEO e co-fundador do Distrito, a iniciativa tem um papel importante no fomento do empreendedorismo digital brasileiro. “Através desse movimento poderemos ajudar centenas de empreendedores a criarem seus negócios digitais no ecossistema Cisco. Uma startup de segurança, a partir do momento que tem um centro como este, passa a ter uma chance maior de sucesso”, comentou. “Vamos realizar uma série de meetups com especialistas do mundo inteiro, para trazer tecnologia de fora; faremos hackathons para criar soluções para bancos, varejistas, hospitais e empresas que vão estar conectadas neste hub; e teremos um espaço dedicado a startups para fomentar esse ecossistema em torno da segurança cibernética”, explicou Araújo.

Segundo o CEO do Distrito, estão nos planos do Movimento CyberTech Brasil mapear esse mercado de segurança cibernética. “Vamos lançar o Inside CyberTech Report e passar a monitorar todas as startups que estão trabalhando com segurança cibernética no Brasil, trazendo as principais tendências e insights. Essa publicação, que será mensal, será gratuita para gerar valor para todo o mercado. O Distrito tem cerca de 700 startups cadastradas, dos quais 200 da área de segurança cibernética”, revelou. “Em outubro vamos fazer o primeiro CyberTech Summit, um evento anual para fortalecer cada vez mais o ecossistema de segurança cibernética no Brasil”, adiantou.

O Cisco Secure CyberHub reúne três ambientes com recursos audiovisuais para experiência em segurança digital:

Red Room: dedicado a demonstrar a anatomia de um ataque, explorando suas etapas, e os impactos do roubo de dados ao ransomware e o risco à vida.

Blue Room: ambiente que simula o funcionamento das defesas, onde se destaca a importância da inteligência, como por exemplo o trabalho do grupo de pesquisas em cibersegurança Cisco Talos e de uma arquitetura integrada que identifica e responde aos ataques no menor tempo possível.

Sala de Operações de Segurança: ambiente para demonstrações das soluções, análises de malwares e simulações de sala de crise com orquestração de investigações de ameaças e automação das respostas.

Serviço
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