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Ecossistema de TI de Maringá em missão ao Vale do Silício

Grupo de empresários, membros da academia e fundos de capital, vai aos Estados Unidos com o objetivo de trazer boas práticas e fortalecer o ecossistema maringaense

Buscar novos conhecimentos e práticas torna-se cada vez mais importante no mundo globalizado. Assim, conhecer o que outros profissionais e empresas vêm fazendo e aprender, não para copiar, mas para adaptar e implantar na área em que atua o que há de melhor visando inovação e desenvolvimento é uma prática possível e recomendável. Outra característica forte da atualidade é a verdadeira necessidade de se utilizar soluções em Tecnologia da Informação, independentemente da área de atuação.

Neste sentido, um grupo de 30 pessoas, entre empresários, membros da academia e fundos de capital, partiu de ontem de Maringá com destino à meca da inovação global: o Vale do Silício, nos Estados Unidos. O objetivo da viagem de 10 dias ao maior hub de inovação do mundo é conhecer a cultura e o mindset de inovação do Vale do Silício e, também, conectá-los a empresas, startups e investidores americanos que podem apoiar suas empresas e negócios no Paraná.

O ecossistema de Tecnologia da Informação de Maringá vem crescendo em ritmo acelerado e trazendo frutos valiosos à cidade. A viagem ao Vale do Silício é mais uma demonstração desta força e da união do segmento.
Segundo Ilson Resende, CEO da DB1 Global Software, “a missão promovida por empresas e entidades como Laiob (Latin America Institute of Business), EVOA Aceleradora, Sicoob e ACIM (Associação Comercial de Maringá) e apoio do Sinepe NOPR e Instituto Mercosul, tem como objetivo conhecer melhor o ecossistema no Vale do Silício e verificar quais práticas fazem sentido a gente aplicar no ecossistema maringaense, uma vez que já há por aqui uma aceleradora de startups instalada, que é o EVOA, e fundos de investimento como o Maringá Capital, que participa da missão. Já fizemos uma incursão neste universo em São Paulo, e agora vamos conhecer melhor um ecossistema internacional, para trazer na mala as lições aprendidas, implantar em nosso ecossistema e, assim, torná-lo mais forte”, complementa.

Na bagagem da volta, o grupo espera trazer a vanguarda da Tecnologia da Informação, além das experiencias pessoais tão valiosas quanto o aprendizado técnico.

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