A Simpress, empresa que atua em outsourcing (venda, locação e gestão) de equipamentos de TI (PCs, notebooks, tablets, smartphones, coletores de Dados e impressoras), reforça sua posição de protagonismo no mercado de PC as a Service, segundo a atualização mais recente do IDC PCaaS Tracker Brazil H2 2025, estudo promovido pela da IDC (International Data Corporation). A companhia encerrou 2025 com 16% de participação no mercado brasileiro de PCaaS em base instalada, somando 302 mil máquinas sob gestão em todo o país.
O desempenho ocorre em um momento de mudança na forma como as empresas brasileiras acessam e gerenciam seus parques de tecnologia. De acordo com o levantamento, a base instalada de PCaaS no Brasil deve avançar 19% em 2026, enquanto a receita do segmento deve crescer 15,8% no mesmo período. A projeção reforça a tendência de migração de modelos tradicionais de compra de equipamentos para soluções baseadas em serviço, com contratos recorrentes, gestão especializada e maior previsibilidade orçamentária.
O estudo também indica que o PCaaS deve representar 11% das vendas de novos PCs no segmento B2B no Brasil em 2026. Embora o mercado corporativo de PCs tenha uma retração projetada para o ano, o modelo de PCaaS tende a se mostrar mais resiliente, impulsionado pela busca das empresas por flexibilidade, atualização tecnológica e conversão de Capex em Opex.
Para se ter uma ideia, o levantamento aponta que 34% dos 86 empresários e líderes de TI analisados durante o IDC President’s Dinner Brazil 2025, realizado pela IDC em São Paulo no ano passado, afirmaram que a substituição de CAPEX por OPEX, por meio do outsourcing de dispositivos, está entre as principais necessidades que levariam suas empresas a adquirir, renovar ou expandir seus parques tecnológicos no próximo ano.
“A combinação entre juros elevados, volatilidade cambial, pressão de custos dos componentes e necessidade de renovação tecnológica torna o modelo tradicional de compra cada vez mais desafiador para as empresas. Nesse contexto, o outsourcing ganha relevância ao transformar um investimento elevado em acesso contínuo à tecnologia, com segurança operacional, previsibilidade e ganho de eficiência”, afirma Vittorio Danesi, CEO da Simpress.
Entre os fatores que devem sustentar a demanda por PCaaS nos próximos anos, a IDC destaca o ciclo de renovação do parque tecnológico corporativo, a substituição de máquinas por equipamentos compatíveis com Windows 11, a adoção crescente de Inteligência Artificial e Nuvem híbrida e a necessidade de maior capacidade de processamento nos dispositivos usados pelas equipes. O avanço do trabalho híbrido e das exigências de Segurança da Informação também amplia a relevância de modelos capazes de combinar hardware, gestão, suporte e Governança.
Além da liderança em base instalada, a Simpress registrou crescimento anual de 22% nesse indicador, consolidando sua presença em um segmento cada vez mais estratégico para a produtividade e a transformação digital das empresas brasileiras.
Outro ponto destacado pelo levantamento é o aumento das exigências relacionadas à segurança da informação e à conformidade regulatória. Com ambientes corporativos mais distribuídos e maior exposição a ameaças cibernéticas, as empresas precisam ampliar o controle sobre dispositivos, acessos e dados. No modelo da Simpress, essa gestão inclui configuração personalizada dos equipamentos, gerenciamento remoto, aplicação de políticas de Segurança, suporte técnico especializado, logística, manutenção e gestão do ciclo de vida dos ativos.
“O outsourcing deixou de ser apenas uma alternativa financeira e passou a ocupar um papel central na estratégia operacional e de segurança das companhias. As empresas buscam parceiros capazes de assumir a complexidade da gestão tecnológica com escala, eficiência e Governança. A posição da Simpress no ranking de base instalada reforça a relevância desse modelo no mercado brasileiro”, afirma Renato Meireles da IDC Brasil.
Para Danesi, o crescimento do mercado reflete uma mudança estrutural no consumo de tecnologia pelas empresas. “As organizações precisam de flexibilidade, atualização constante e previsibilidade. O PCaaS atende exatamente a essa necessidade ao permitir que as empresas mantenham suas equipes produtivas e protegidas sem precisar imobilizar capital em ativos de tecnologia”, conclui.

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