
As grandes corporações deparam-se com um gargalo relevante de produtividade: cerca de 80% dos seus dados corporativos operam hoje de forma invisível aos sistemas de gestão tradicionais (ERPs), ficando retidos e ocultos em e-mails, PDFs e planilhas paralelas. Para solucionar este problema, a Pipefy passou a integrar agentes autônomos de Inteligência Artificial nos sistemas já existentes de seus clientes, permitindo que processos que antes demoravam 20 dias caiam para poucos minutos.
Focada na expansão das suas operações para os Centros de Serviços Compartilhados (CSCs) das grandes empresas, a Pipefy tem registrado ganhos médios de eficiência de 40% nas maiores operações de BPOs globais. A principal mudança é a quebra do paradigma de que a inovação em CSCs exige substituições milionárias de software. Ao plugar agentes autônomos de IA que operam de forma independente na infraestrutura tecnológica já existente, a Pipefy entrega orquestração de processos, eficiência e hiperautomação com implementação em dias.
Os resultados da implementação já se refletem em diferentes setores. Em uma multinacional da área da construção, o tempo de resposta no setor de RH foi reduzido em 87%, com o SLA de atendimento caindo de 24 horas para três horas. Uma fabricante global de maquinário escalou a maturidade de sua orquestração de IA em processos de RH e passou a atender um volume de mais de 10 mil solicitações mensais. Já uma grande produtora do agronegócio automatizou 135 processos críticos, extinguindo a execução de quase 800 mil tarefas manuais por mês.
A empresa classifica esta transição do mercado como a “terceira onda de produtividade” dos CSCs. O setor passou por uma primeira etapa de centralização física e uma segunda de adoção de ERPs e automações. A terceira onda concentra-se na captura de valor por meio da hiperautomação com Inteligência Artificial.
“Nossa tecnologia já é o padrão operacional para quem vende eficiência, como os grandes BPOs globais. O que estamos fazendo agora é levar essa infraestrutura diretamente para o topo das grandes corporações”, explica Luis Rosenburg, general manager de CSC na Pipefy. “Temos um produto que já é utilizado em operações de alta complexidade, e agora estamos articulando essa proposta de valor para o CIO e o diretor de CSC”, finaliza.
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