
Com a obrigatoriedade do Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0) para as instituições financeiras, a Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras digitais, já opera com sua plataforma adaptada e em produção com todas as tratativas, pronta para suportar o fluxo de rastreamento e recuperação de valores em casos de fraude via Pix.
O principal meio de pagamento do País movimentou cerca de R$ 35,3 trilhões em 2025, um número recorde de transações ao longo do ano, o que reforça a necessidade de mais segurança e rastreabilidade.
O novo mecanismo amplia a capacidade do sistema financeiro de mapear transações fraudulentas, permitindo identificar até cinco camadas de envolvidos em um cenário de fraude e possibilitando a localização e eventual ressarcimento dos valores desviados. A Topaz atua como viabilizadora tecnológica desse mecanismo, oferecendo às instituições financeiras a infraestrutura necessária para operar o fluxo fim a fim previsto no normativo.
“O papel da Topaz é garantir que as instituições consigam operar o MED 2.0 em conformidade com a regulação, com segurança, rastreabilidade e integração aos sistemas legados”, explica Jorge Iglesias, CEO da Topaz. “O mecanismo evoluiu, ficou mais robusto, e isso exige uma orquestração tecnológica precisa e correta”.
Governança e antifraude seguem como responsabilidade das instituições
Embora a solução da Topaz suporte o MED 2.0, a empresa reforça que o novo modelo é potencializado quando a governança e as ferramentas antifraude das instituições financeiras atuam de forma conjunta.
Conforme o próprio normativo, a análise dos casos e a decisão de iniciar um pedido de recuperação de valores continuam sendo responsabilidade dos bancos e fintechs, que precisam contar com estruturas adequadas de prevenção e detecção de fraudes, como a Topaz OFD, outra tecnologia que faz parte da família de produtos SecureJorney da companhia, integrante da plataforma Topaz One – e utilizada por mais de 40 instituições financeiras no Brasil, projetada para detectar ameaças em tempo real, reduzir tentativas de fraude e proporcionar uma experiência digital segura para o usuário.
“O MED é um mecanismo de recuperação, não de detecção. Ele funciona melhor quando integrado a uma estratégia mais ampla de antifraude e governança”, destaca Iglesias, da Topaz.
Operação em andamento e novas fases
A solução adaptada da Topaz para o MED 2.0 já está em produção nos clientes, acompanhando o início da vigência do novo regulamento nesta semana. Novas fases de evolução do mecanismo estão previstas, o que deve ampliar sua efetividade no combate a golpes envolvendo o Pix.
A expectativa do setor é que o novo modelo represente um avanço importante para a proteção do usuário final e para o fortalecimento da confiança no sistema de pagamentos instantâneos.
“É uma mudança estrutural relevante, pois o ganho maior é para a população, que é beneficiada com a estrutura deste mecanismo para rastrear fluxos complexos de fraude e aumentar as chances de recuperação dos valores”, conclui o executivo da Topaz.
Serviço
www.topazevolution.com

Leia nesta edição:

CAPA - TECNOLOGIA
Arquitetura neuromórfica, a plataforma inspirada no cérebro humano

MERCADO
O bom negócio da locação de equipamentos de TI

SEGURANÇA DIGITAL
Dilemas e oportunidades de blockchain para identidade
EXCLUSIVA DIGITAL

VERSÃO LATAM
Agora a versão digital também é LATAM
Baixe o nosso aplicativo














