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Plano Diretor de Segurança da Informação é essencial para as empresas, diz LC SEC

Plano estratégico orienta orçamento de 2026 e ajuda companhias a reduzir riscos, maturar governança e se preparar para novas exigências regulatórias

Plano Diretor de Segurança da Informação é essencial para as empresas, diz LC SEC

Com os riscos cibernéticos se sofisticando e empresas sendo pressionadas por custos cada vez maiores, cresce a adoção do Plano Diretor de Segurança da Informação (PDSI) como eixo estruturante para 2026. A LC SEC, consultoria brasileira com mais de uma década de atuação no Brasil e na Europa, especializada em maturidade de segurança, compliance e apoio a auditorias, defende que o PDSI, ampliado recentemente pela empresa, se tornou essencial para companhias que precisam planejar orçamento, mapear riscos e organizar sua governança antes do início do próximo ciclo.

Segundo o relatório Cost of a Data Breach 2025, da IBM, o custo médio de uma violação de dados no Brasil chegou a R$ 7,19 milhões, valor que pressiona orçamentos, afeta reputações e pode interromper operações por dias. Globalmente, o mesmo estudo aponta que o custo médio caiu para US$ 4,44 milhões em 2025, a primeira queda em cinco anos, indicando que práticas mais maduras de detecção e resposta têm reduzido danos, embora o risco permaneça elevado para organizações sem governança estruturada.

Ao consolidar riscos, priorizar iniciativas, garantir previsibilidade de investimentos e fortalecer a governança, o PDSI se posiciona como peça central para que empresas entrem em 2026 com resiliência, conformidade e capacidade de adaptação

A intensificação das ameaças também reforça esse cenário. De acordo com o Data Breach Investigations Report 2025, da Verizon, foram analisados 22.052 incidentes, dos quais 12.195 resultaram em violações confirmadas. Credenciais roubadas, vulnerabilidades não corrigidas e falhas de terceiros seguem entre os vetores mais explorados pelos atacantes. Para a LC SEC, o conjunto desses dados evidencia que segurança da informação deixou de ser custo opcional e passou a integrar a estratégia de negócios.

Segundo Luiz Claudio, CEO da LC SEC, o PDSI evita decisões de última hora, gastos emergenciais e retrabalho ao organizar a trilha completa de maturidade. “O Plano Diretor permite que a empresa entenda sua situação atual, identifique lacunas, defina prioridades e estime investimentos antes de entrar no ano seguinte. Essa previsibilidade melhora a alocação de orçamento, fortalece auditorias e reduz vulnerabilidades críticas”, explica.

O PDSI da LC SEC é construído como um roteiro detalhado, com diagnóstico de riscos, comparação com normas e frameworks como ISO 27001, LGPD e NIST CSF, matriz de riscos, score de maturidade, roadmap priorizado de 12 a 36 meses, plano orçamentário por iniciativa e definição de governança. O modelo integra ainda sugestões de KPIs executivos, desenho de comitês, matrizes RACI e políticas de segurança, além de orientações para monitoramento, resposta a incidentes e conscientização. Tudo é estruturado para ser executável, incluindo integração com SOC, SIEM e ferramentas já utilizadas pelo cliente, como Jira, AirTable e Microsoft 365.

A metodologia própria da consultoria se apoia na atuação prática em ambientes regulados. Nos últimos 12 meses, a LC SEC implementou três PDSIs em fintechs e empresas de tecnologia no Brasil e em Londres. Em geral, as organizações ganham entre 1 e 2 níveis de maturidade em domínios críticos após 12 a 18 meses de execução do plano. O PDSI também tem ajudado empresas a reduzir reincidência de falhas e agilizar auditorias externas, especialmente em setores como saúde, finanças, serviços e SaaS B2B, onde a pressão regulatória e a exposição a dados sensíveis são maiores.

Casos recentes mostram como o PDSI tem evitado problemas graves. Em uma fintech em processo de autorização regulatória, o Plano corrigiu controles fragmentados, estruturou comitês, formalizou riscos e revisou políticas, permitindo que a empresa passasse por auditorias sem apontamentos críticos. Em uma empresa B2B com forte dependência de SaaS, o PDSI expôs lacunas contratuais com terceiros que tratavam dados sensíveis. Após ajustes, a organização evitou impacto de um incidente que, meses depois, atingiu um desses fornecedores.

Para Luiz Claudio, a adoção do Plano marca uma mudança cultural importante no amadurecimento organizacional. “Ainda existe a percepção de que segurança e awareness são itens de checklist, mas isso não funciona mais. Maturidade real aparece quando processos, tecnologia e pessoas evoluem de forma integrada. Nosso objetivo é apoiar as empresas nessa transformação, para que segurança deixe de ser reação e passe a ser comportamento contínuo”, afirma.

Ao consolidar riscos, priorizar iniciativas, garantir previsibilidade de investimentos e fortalecer a governança, o PDSI se posiciona como peça central para que empresas entrem em 2026 com resiliência, conformidade e capacidade de adaptação. Para setores críticos e organizações em expansão, a ferramenta pode ser o diferencial entre sustentar a operação ou sofrer prejuízos milionários em um cenário de ameaças cada vez mais exigente.

 

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