
Cada vez falta menos para que o SAP deixe de dar suporte ao seu sistema ECC em 2027. Isso significa que milhares de empresas no Brasil e na região deverão migrar para a nova versão, SAP S/4Hana, se quiserem continuar operando com segurança, eficiência e competitividade.
A grande questão é: como fazer essa migração sem colocar a operação em risco nem começar do zero? Até agora, as empresas tinham dois caminhos principais:
Brownfield, que basicamente transfere o sistema atual como está, com todos os seus processos e Dados.
Greenfield, que implica criar um sistema completamente novo, redesenhando processos do zero.
O problema é que ambos os extremos deixam muitas empresas em uma situação complicada: ou se modernizam rapidamente, mas arrastando problemas antigos, ou investem mais tempo e recursos em uma renovação completa. Por isso, hoje ganha força um caminho intermediário: a Transição Seletiva de Dados (SDT) através da abordagem Bluefield.
O que significa a Transição Seletiva de Dados?
Com a abordagem seletiva de dados, cada empresa escolhe quais processos e informações deseja levar para a nova plataforma, e quais Dados prefere deixar para trás. Dessa forma, é possível saber o que realmente funciona, ao mesmo tempo em que se aproveita a oportunidade para limpar o sistema e adotar as melhores práticas.
Em termos simples, é como fazer uma mudança inteligente: você não leva tudo o que tem na casa antiga, mas também não começa do zero em uma casa vazia. Seleciona o que é essencial, renovar o que não serve mais e organizar tudo em um espaço mais moderno e funcional.
Por que é importante decidir agora?
Segundo os especialistas, 2025 é o ano chave para agir. Esperar até 2027 pode significar altos custos, falta de consultores disponíveis e risco de improvisar projetos que, em vez de fortalecer a empresa, podem gerar problemas.
“Migrar para S/4Hana com um enfoque seletivo permite às empresas conservar o que realmente gera valor. A Transição Seletiva de Dados é uma ponte para a inovação: reduz riscos, otimiza tempos e maximiza benefícios”, explica Germán Ruíz, COO para América Latina no Grupo SNP.
Benefícios de uma abordagem seletiva
Flexibilidade: cada organização decide quais dados e processos migrar.
Redução de riscos: permite planejar uma transição por etapas, em vez de fazer tudo de uma vez.
Maior eficiência: elimine configurações obsoletas e dados desnecessários.
Preparação para o futuro: facilitar a adoção de novas tecnologias e modelos de negócio.
Além disso, ao poder escolher o que migrar para o novo sistema, como as empresas podem cumprir com as normas e manter históricos importantes, sem carregar informações que já não geram valor.
Prepare-se com antecedência
Para que a transição funcione, é fundamental um bom planejamento e cooperativo entre áreas. Não se trata apenas de um projeto de TI: envolve finanças, operações, recursos humanos e toda a organização.
Os especialistas recomendam começar com testes pilotos (conhecidos como mock cutovers) que permitem ensaiar uma migração antes dos Dados finais. Assim, quando chegar o momento da mudança, a empresa já saberá exatamente o que esperar e como reagir.
Uma decisão que define o futuro
Migrar para SAP S/4Hana não é simplesmente uma atualização de software: é uma decisão estratégica que definirá quem estará melhor preparado na próxima década.
Com 2027 se aproximando e 2025 como o ano chave para iniciar o planejamento, a Transição Seletiva de Dados se apresenta como a melhor opção para quem busca se modernizar com inteligência, antecipação e visão de futuro.
Serviço
www.snpgroup.com

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