
O número de fusões e aquisições realizadas por empresas do Espírito Santo diminuiu nos nove meses em 2024 em comparação com o mesmo intervalo de 2023. De janeiro a setembro, foram efetuadas 19 operações contra 21, respectivamente. Com esse resultado, a região capixaba passou da sétima para a oitava posição no ranking que contou com a participação de 23 estados no último ano. Os Dados constam em estudo realizado trimestralmente pela KPMG.
Das 19 operações realizadas de janeiro a setembro de 2024, os setores da economia capixaba envolvidos foram os seguintes: tecnologia da informação (8); óleo e gás (3); alimentos, bebidas e fumo (2); outros (2); serviços para empresas; instituições financeiras; hospitais e laboratórios de análise clínicas; companhias de internet (cada um com 1).
“Os Dados do levantamento apontaram que os contratos fechados no período foram importantes porque abrangeram setores estratégicos para a região capixaba como óleo e gás que envolvem grandes cifras e tecnologia da informação que é fundamental para o processo de Transformação Digital das companhias. Apesar de o período ter apresentado uma pequena queda em comparação ao ano de 2023, a expectativa é otimista para o início deste ano”, analisa o sócio de mercados regionais da KPMG, Manuel Fernandes.
Já com relação ao tipo de operação realizada, das 19 concretizadas de janeiro a setembro de 2024, 14 foram do tipo doméstica, ou seja, ocorreram entre empresas brasileiras e cinco envolveram companhias de capital estrangeiro comprando, de brasileiros, outras estabelecidas no Brasil.
F&A no Brasil: cenário estável nos três trimestres:
A pesquisa da KPMG apontou que foram realizadas 1.196 operações de fusões e aquisições de janeiro a setembro de 2024, um aumento de 5% se compararmos com o mesmo intervalo de 2023 quando foram finalizadas 1.142 transações. Os setores que mais se destacaram foram tecnologia da informação com 355, empresas de internet com 199 e instituições financeiras com 68 negócios concretizados.
“O mercado de fusões e aquisições apresentou um crescimento no número de transações em relação aos nove meses anteriores. Companhias de tecnologia da informação continuaram como o principal setor em número de operações, fortemente impulsionado por fundos de capital de risco e private equity, que corresponderam a mais de 65% das transações do setor”, analisa o sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.
Orientada pelo seu propósito de empoderar a mudança, a KPMG é uma empresa referência no segmento em que atua. Compartilha valor e inspira confiança no mercado e nas comunidades há mais de 100 anos, transformando pessoas e empresas e gerando impactos positivos que contribuem para a realização de transições sustentáveis em clientes, governos e sociedade civil.

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