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Hitachi Vantara faz parceria com Reservas Votorantim

A Mata Atlântica é um dos biomas que mais captura carbono, entretanto, também é um dos mais ameaçados mundialmente

Hitachi Vantara faz parceria com Reservas Votorantim

A Hitachi Vantara, subsidiária de armazenamento de Dados, infraestrutura e gerenciamento de Nuvem híbrida da Hitachi, anunciou uma parceria com a Reservas Votorantim para participar, com apoio do Legado das Águas, de um projeto focado na regeneração de áreas de Mata Atlântica, no Vale do Ribeira, em São Paulo. Por meio da iniciativa, focada em metas de redução de carbono e objetivos ESG, a Hitachi Vantara irá plantar milhares de mudas de espécies nativas no Parque Estadual do Jurupará.

A Hitachi Vantara vê como prioridade a adoção de práticas de ESG e recentemente também lançou o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, detalhando suas metas para seguir os padrões internacionais e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Além do aspecto ambiental, o projeto também promove desenvolvimento social por meio da geração de empregos e impacto direto na renda familiar de pelo menos 35 pessoas que residem no Vale do Ribeira. As contratações garantem direitos trabalhistas e a segurança no trabalho para os colaboradores, enquanto a iniciativa atua em parceria com cooperativas e instituições da sociedade civil.

“A Hitachi Vantara vê como prioridade a adoção de práticas de ESG e recentemente também lançou o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, detalhando suas metas para seguir os padrões internacionais e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Além disso, estamos incorporando tecnologias de redução de CO2 em nosso portfólio de infraestrutura de armazenamento há anos, ressaltando nosso compromisso com a sustentabilidade ambiental”, ressalta Andrea Fodor, CEO Brasil da Hitachi Vantara.

A Mata Atlântica é um dos biomas que mais captura carbono, entretanto, também é um dos mais ameaçados mundialmente. Neste sentido, a restauração florestal é uma iniciativa importante no combate às mudanças climáticas e estudos conduzidos pela Universidade de São Paulo mostram que cada árvore da Mata Atlântica absorve 163,14 kg de gás carbônico (CO2) equivalente ao longo de seus primeiros 20 anos.

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