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Epson: mitos sobre a tecnologia de impressão jato de tinta para empresas e negócios

Modalidade usa componente premiado em sustentabilidade e passa a integrar concorrências públicas de outsourcing de impressão no Brasil

Epson: mitos sobre a tecnologia de impressão jato de tinta para empresas e negócios

A Epson, empresa global em impressão e projeção de imagens, recebeu o prêmio de sustentabilidade Green Awards, do instituto independente europeu Data Master Lab, devido à contribuição da cabeça de impressão PrecisionCore Heat-Free presente nas impressoras e multifuncionais da marca, que não aquece para realizar a transferência de tinta para o papel -bem como as medidas empregadas em seu desenvolvimento, produção e distribuição. Essa tecnologia é uma das principais apostas da empresa para cumprir com as suas metas de descarbonização na indústria.

Para reafirmar o compromisso ambiental, além do investimento de 100 bilhões de ienes (US$ 718 milhões) em tecnologias sustentáveis até 2030. O sistema de impressão jato de tinta já está consolidado para o mercado de impressoras residenciais, e ganha crescente adesão do segmento corporativo, conforme são conhecidos os benefícios em economia, produtividade e sustentabilidade da categoria em relação às outras modalidades.

Para reafirmar o compromisso ambiental, além do investimento de 100 bilhões de ienes (US$ 718 milhões) em tecnologias sustentáveis até 2030 

O governo federal do Brasil já reconheceu os benefícios da impressão jato de tinta e emitiu portaria permitindo sua inclusão nas concorrências públicas de contratação de outsourcing de impressão – antes exclusividade de impressoras a laser. Esse movimento é o reflexo do crescente conhecimento acerca das iniciativas ESG, onde a tecnologia jato de tinta traz vantagens significativas neste tema, ao reduzir o consumo de energia em até 90%, por exemplo. Para esclarecer dúvidas comuns relacionadas a modalidade, conheça cinco mitos e fatos sobre as impressoras jato de tinta, explicados por Glauco Ferreira, diretor de Vendas de impressão corporativa da Epson do Brasil:

 A cabeça de impressão fica entupida ou seca com frequência
Fato:
A maioria das impressoras a jato de tinta corporativas Epson contam com a tecnologia PrecisionCore e tintas DURABrite, que ajudam a evitar entupimentos no bocal. O executivo ressalta que “a tecnologia de verificação incorporada ao componente monitora o status dos injetores; detectando e ajustando automaticamente o desempenho da cabeça de impressão

 As impressoras a jato de tinta são projetadas para uso doméstico e não para escritório com grandes volumes
Fato:
As cabeças de impressão PrecisionCore da Epson são projetadas para durar a vida útil da impressora, tornando-as ideais para escritórios com grandes volumes de impressão.

As impressoras jato de tinta são lentas
Fato:
As impressoras corporativas da Epson com cabeças de impressão com tecnologia PrecisionCore Heat-Free não exigem praticamente nenhum período para aquecimento antes de começar a imprimir, permitindo um tempo de saída rápido da primeira página impressa (FPOT) e do primeiro conjunto completo de páginas, FSOT (First Set Out Time).

 Impressões ficam manchadas
Fato:
as tintas de secagem instantânea DURABrite da Epson são totalmente pigmentadas, foram projetadas especialmente para trabalhos de impressão de alta velocidade, sem que deixem manchas nos documentos. As impressões, também, não borram em contato com marcadores de texto.

A qualidade das impressões é menor do que a obtida com impressoras laser
Fato:
As cabeças de impressão PrecisionCore da linha corporativa oferecem cores extraordinariamente vibrantes e textos nítidos, mesmo em papéis comuns.

Com estes pontos esclarecidos, sabemos que a impressão a jato de tinta proporciona ao segmento corporativo a melhor solução para reduzir custos e otimizar a produtividade, graças à tecnologia PrecisionCore Heat-Free da Epson, além de aprimorar a qualidade dos documentos e imagens profissionais. “São vantagens que vão além da simplificação dos processos de impressão, refletem também em economia de ordem logística, operacional e na redução das intervenções técnicas para manutenção”, conclui Glauco Ferreira.

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