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Pesquisa revela o ‘impulso tropical’ e como as novas tecnologias permitem o ‘banco para todos os dias’

De acordo com estudo da Temenos, dois terços dos entrevistados brasileiros fazem compra por impulso pelo menos uma vez por mês

Pesquisa revela o ‘impulso tropical’ e como as novas tecnologias permitem o ‘banco para todos os dias’

Dois terços dos entrevistados brasileiros fazem compra por impulso pelo menos uma vez por mês
Mais de três quartos fizeram compras espontâneas de até R$ 1.000 pelo celular. A última pesquisa da Temenos revelou insights ainda mais fascinantes sobre as mudanças no comportamento bancário dos consumidores brasileiros, em todas as gerações. Destacando o que a empresa chama de ‘impulso tropical’, a pesquisa fornece uma série de insights oportunos, desde as atitudes dos brasileiros em relação aos seus hábitos de consumo do dia a dia, passando pela impulso ao fazer compras e quão influentes consideram seus familiares e amigos na tomada de decisões financeiras, além de como compartilham essas informações com eles.

A pesquisa, que vem sendo feita em vários países da América Latina, mostrou o grande impacto que as novas formas de pagamento e tecnologias bancárias estão causando nos consumidores brasileiros de todas as gerações, permitindo uma forma mais ágil e amigável, o que a Temenos chama de ‘banco para todos os dias’ em um País famoso pelo contraste entre a burocracia rígida e uma atitude mais espontânea em relação ao cotidiano.

Um terço (34,1%) dos brasileiros da geração Z (entre 18 e 24 anos) usa o Pix ou transferência bancária como método de pagamento preferencial para despesas regulares, e outro terço (34,1%) dos brasileiros da geração Z usa o Pix ou cartão de débito nas compras espontâneas 

Por exemplo, mais de um terço (34,1%) dos brasileiros da geração Z (entre 18 e 24 anos) usa o Pix ou transferência bancária como método de pagamento preferencial para despesas regulares, e outro terço (34,1%) dos brasileiros da geração Z usa o Pix ou cartão de débito nas compras espontâneas.

E não são apenas as gerações mais jovens que estão capitalizando em novos instrumentos financeiros — um quarto (24,2%) dos brasileiros de todas as faixas etárias prefere o Pix ou um método de transferência bancária semelhante ao de pagar as despesas regulares. Ao contrário das expectativas, por exemplo, a Geração Z foi a menos interessada em novas formas de economia, como criptomoedas.

Quando perguntados se gostariam de experimentar novos métodos de investir seu dinheiro, apenas 43,5% da geração Z concordou com a afirmação ‘eu adoraria ter novas maneiras de economizar’, em comparação com uma média de 53,2% desses com 25 anos ou mais.

Os brasileiros mais jovens são os mais propensos a fazer uma compra por impulso. Quase dois terços (63,5%) da Geração Z admitem fazer uma compra por impulso pelo menos “uma vez por mês”, em comparação com uma média de 47,4% das pessoas com 25 anos ou mais.

Quando se trata do ‘impulso tropical’ do país, os brasileiros mais jovens também são os menos propensos a ter um plano de controle de custos, com apenas 38,8% da Geração Z respondendo que ‘contam todas as minhas despesas’, em comparação com quase metade (48 %) dos maiores de 25 anos.

No entanto, a Geração Z e os Millennials (com idades entre 25 e 34 anos) adotam uma abordagem “orçamento suave” para seus gastos, apenas estabelecendo um plano de controle de custos para “despesas importantes e fixas”. Em média, 44% entre 18 e 34 anos preferem essa abordagem “apenas o básico”, em comparação com 30,2% entre aqueles com 35 anos ou mais — gerações muito mais propensas a ter um plano robusto de controle de custos implementado.

Ironicamente, as gerações mais velhas também são mais propensas a descartar completamente a cautela, com uma média de 22,8% com 45 anos ou mais dizendo que ‘nunca’ seguem um plano de controle de custos, em comparação com uma média de apenas 14,9%, entre os 18 e 44 anos.

“O que esta pesquisa nos mostra é a rapidez com que os consumidores brasileiros estão se adaptando às novas tecnologias bancárias para permitir o ‘banco para todos os dias’”, comenta Victor Pego, executivo de Vendas Sênior da Temenos para o Brasil. “Cada geração está encontrando maneiras de usar seu dinheiro de maneira que funcione para suas vidas diárias — de forma rápida, fácil e adaptada aos seus desejos e necessidades. A influência do que chamamos de ‘impulso tropical’, que alimenta a cultura e o cotidiano brasileiros, também é visível – as pessoas gostam de viver no ‘aqui e agora’ e já são adeptas do uso de tecnologias móveis como ferramentas para dar mais espontaneidade ao seu cotidiano”.

Ele continua: “com o advento de maneiras mais inteligentes e rápidas de gerenciar seu dinheiro usando seus smartphones, os brasileiros agora podem aplicar o mesmo ‘impulso tropical’ às suas finanças que aplicariam às suas vidas sociais e nas interações com seus colegas”.

A pesquisa também revelou como o “impulso tropical”, agora cada vez mais habilitado e impulsionado pela tecnologia do “banco para todos os dias”, atravessa gerações. Mais de três quartos (86,1%) dos entrevistados fizeram uma compra espontânea de até R$ 1.000 pelo celular. De fato, a geração mais velha é a mais propensa a ter feito uma compra pelo celular acima de R $1.000, com quase um quinto (18,2%) dos entrevistados com 55 anos ou mais tendo feito exatamente isso, uma proporção maior do que qualquer outra idade do grupo. Esse número também se correlaciona com a porcentagem de respondentes com 55 anos ou mais que não usam um plano de controle de custos (22,7%).

Tecnologias mais antigas, como cartões de crédito, parecem estar caindo em desuso entre os brasileiros mais jovens, com apenas um em cada dez (11,8%) da Geração Z usando cartão de crédito para pagar compras espontâneas, em comparação com uma média de um quarto (24,6%) %) dos maiores de 25 anos.

“O que a pesquisa também nos revelou é como os brasileiros de todas as idades estão socialmente preocupados com suas finanças”, continua Victor. “Parte do ‘impulso tropical’ é ter uma relação informal e, muitas vezes, influenciada por pares com aconselhamento financeiro, e isso certamente apareceu em nossa pesquisa.”

Ele acrescenta: “por exemplo, dois terços (64,5%) dos brasileiros entrevistados diriam à sua família se fizessem um investimento bem-sucedido, e quase metade (49,4%) diria ‘provavelmente’ ou ‘absolutamente’ a seus amigos em uma situação semelhante. Esta é uma descoberta muito importante para os bancos manterem em mente. Os consumidores brasileiros adoram compartilhar suas boas notícias, e com suas finanças e investimentos não é diferente.”

Os brasileiros têm fama de ficar muito online, o que é apenas mais uma extensão do ‘impulso tropical’ do País, pois permite decisões mais rápidas e maior comunicação entre amigos e familiares. “Os bancos precisam estar atentos a isso, pois algumas das barreiras tradicionais entre trabalho e vida social, finanças e burocracia estão se desfazendo com o advento de novas soluções inovadoras de ‘banco diário’, como o Pix, por exemplo.” Ele conclui: “cabe a nós, bancos, fornecer plataformas que ‘saiam do caminho’ tanto quanto possível, e deixem o consumidor brasileiro seguir seu ‘impulso tropical’, onde quer que ele os leve”.

A pesquisa ‘Impulso tropical no cotidiano bancário’ foi realizada pela Temenos em vários países da América Latina para identificar como as pessoas, em cada país, lidam com suas finanças em seu dia a dia como consumidores de serviços financeiros e bancários. A pesquisa, no Brasil, foi realizada com 400 respondentes entre 1º e 3 de julho de 2022.

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Victor Pego

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