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Hexagon e Tecterra Geotecnologias se unem e fornecem sistema de monitoramento para SABESP

Tecnologia Rheticus – utilizada no Canadá, Estados Unidos e Europa, faz uso de imagens de satélite e radar para analisar movimentações milimétricas do solo capazes de identificar condições de instabilidade e possíveis vazamentos

Hexagon e Tecterra Geotecnologias se unem e fornecem sistema de monitoramento para SABESP

A Hexagon – empresa global em sensores, softwares e soluções autônomas, e, a Planetek – reseller da multinacional na Itália, em parceria com a Tecterra Geotecnologias, representante da Hexagon no Brasil e provedora de dados de satélites, realizam juntas o monitoramento de 25 Subestações Elevatórias de Esgoto (EEEs) da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP), localizadas na região metropolitana de São Paulo, por meio da tecnologia Rheticus – serviço que por meio de dados de satélites radares, analisa deslocamentos lentos e milimétricos do solo – em processos naturais ou decorrentes de intervenção humana a fim de gerar alertas antes do nível de colapso. O projeto analisou o histórico de movimentações dos últimos quatro anos e, agora, deve entrar em uma segunda fase de monitoramento até o final de 2022.

A solução escolhida para o projeto foi o Rheticus, uma tecnologia exclusiva oferecida pela Hexagon em diversos países que, a partir do processamento de imagens de satélite (Radar/SAR), gera indicadores, gráficos, diagramas dinâmicos e relatórios pré-definidos que permitem que os usuários-clientes realizem imediatamente operações de avaliação sobre áreas de interesse.

Segundo um estudo recente da KPMG, até 2023, seriam necessários mais de R$ 750 bilhões de investimentos para a universalização do Saneamento, sendo R$ 498 bilhões voltados para a sua expansão e R$ 255 bilhões para a sua manutenção  

Após casos de sucesso no Chile com a Águas Andinas, no Reino Unido com a NetworkRail e na Europa com o Grupo Hera e Acea, a Hexagon agora expande a oferta do Rheticus para o Brasil, e a SABESP é o primeiro e expressivo caso de sucesso. Além de revelar as condições de estabilidade e possíveis movimentações do terreno para detectar indícios de inclinações estruturais, tendências de recalque, movimentações elásticas entre outras anomalias, a tecnologia oferecida pela Hexagon é capaz de identificar vazamentos, ajudando também a minimizar o desperdício de água que, de acordo com o Instituto Trata Brasil (2019), atinge 40% de toda a água tratada, quantidade suficiente para abastecer mais de 63 milhões de brasileiros em um ano.

Segundo Juliano Lázaro, gerente regional de soluções da companhia, ter a SABESP como precursora no uso do Rheticus aqui no Brasil é muito importante para exemplificar de maneira prática os benefícios desse tipo de tecnologia e comprovar o quanto ela é indispensável para se fazer uma boa gestão, tanto de organizações do setor de saneamento como de quaisquer infraestruturas críticas, ou mesmo de regiões onde ocorre o turismo ecológico como Capitólio, em Minas Gerais, as quais dependem da integridade do local para a segurança da população local e de regiões próximas. Para segmentos como esses, o uso de tecnologias preditivas como o Rheticus são essenciais para proteger vidas e evitar impactos econômicos significativos.

Segundo um estudo recente da KPMG, até 2023, seriam necessários mais de R$ 750 bilhões de investimentos para a universalização do Saneamento, sendo R$ 498 bilhões voltados para a sua expansão e R$ 255 bilhões para a sua manutenção. Porém, nos últimos anos, os investimentos não passaram R$ 13 bilhões, quando seriam necessários, ao menos, R$ 20 bilhões anuais para reduzir o déficit dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e tratamento e fornecimento de água potável.

Contudo, mesmo neste ritmo, tanto a Hexagon como outras multinacionais de tecnologia continuam trabalhando em prol do desenvolvimento de soluções que tragam mais eficiência e segurança para o setor, buscando promover mudanças no cenário atual do saneamento brasileiro, em que quase metade da população não tem acesso ao sistema de tratamento de esgoto. “Investir em soluções como o Rheticus deveria ser parte dos projetos dos municípios e estados brasileiros. Assim como a construção de novas escolas e a ampliação de leitos hospitalares, investir em tecnologias que garantam a segurança de infraestruturas críticas, como as redes de esgotos, também deveria ser prioridade no orçamento público, como já ocorre em outros países nos quais atuamos”, conclui o gerente da Hexagon.

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