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Cisco aposta em segurança como serviço na Nuvem

Estudo conduzido pela empresa aponta que soluções baseadas em assinatura são acessíveis, fáceis de implantar e integrar
Cisco aposta em segurança como serviço na Nuvem

A Cisco divulgou hoje (1/12) o estudo Security Outcomes Study 2021, oferecendo insights para os profissionais de segurança que decidem onde concentrar esforços no próximo ano. Foram ouvidos mais de 4,8 mil profissionais de TI e privacidade em 25 países, revelando quais práticas específicas promovem maior segurança. Os resultados oferecem às equipes especializadas um plano de sucesso que vai além do gerenciamento de riscos, mas também possibilita operar o negócio com mais eficiência.
Em média, os programas que incluem uma estratégia proativa de atualização de tecnologia de ponta têm 12,7% mais probabilidade de relatar o sucesso geral de segurança – o maior de todas as práticas. Infelizmente, diz o relatório, nem todas as organizações têm orçamento ou experiência para fazer isso acontecer, também conhecido como “Linha de base da segurança”. Uma estratégia de migração para a Nuvem e soluções de segurança SaaS pode ajudar a fechar essa lacuna. As soluções baseadas em assinatura são acessíveis, fáceis de implantar e integrar, enquanto as atualizações automáticas garantem que a tecnologia seja continuamente modernizada sem custo ou esforço adicional.

Em vez de programas tradicionais de treinamento de segurança, que não se correlacionavam com uma cultura positiva, a empresa deve investir em tecnologia flexível e sem atrito

Segundo contou Laércio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil, por conta da pandemia de Covid-19, 70% dos clientes foram ou estão indo para a Nuvem. “Imaginem a complexidade de ter o device, a rede e o acesso às aplicações protegidos, com movimentações de uma Cloud para outra. É um momento único de complexidade e temos de falar de plataforma de cybersecurity olhando o futuro e não olhar o retrovisor”, disse o executivo. “Ainda se associa segurança a firewall, isso é olhar o retrovisor. Hoje, são bilhões de devices acessando as redes em diversas Clouds, de diversas localidades”, observou Albuquerque.
Segundo o estudo, um stack tecnológico bem integrado é o segundo fator mais importante para o sucesso da segurança cibernética. Ele tem um impacto positivo em quase todos os resultados avaliados, aumentando a probabilidade de sucesso geral em uma média de 10,5%. Curiosamente, as integrações também beneficiam o recrutamento e a retenção de talentos, já que as equipes de segurança desejam trabalhar com a melhor tecnologia e evitar o esgotamento.
A integração também é o fator mais significativo no estabelecimento de uma cultura de segurança adotada por toda a organização. Em vez de programas tradicionais de treinamento de segurança, que não se correlacionavam com uma cultura positiva, a empresa deve investir em tecnologia flexível e sem atrito, diz o estudo.
Como uma prática autônoma, o simples fato de conhecer os riscos cibernéticos potenciais parece ter a menor correlação com o sucesso geral. Isso parece surpreendente, mas aponta para a importância de um programa abrangente de inteligência de ameaças e gerenciamento de incidentes com a capacidade de mitigar e remediar. Na verdade, práticas como resposta oportuna a incidentes e detecção precisa de ameaças se correlacionam muito mais fortemente com o sucesso geral da segurança.
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