
O sensoriamento remoto e, em particular, a detecção de focos de calor por satélite são fundamentais para a manutenção do sistema de monitoramento de incêndios florestais. Especialistas e instituições da área apontam que a tendência global é que o aumento das temperaturas e eventos climáticos específicos torne fenômenos como as queimadas ainda mais frequentes e intensos ao redor do globo.
Para o diretor executivo da empresa, Leonardo Barros, as tecnologias geoespaciais, notadamente o sensoriamento remoto a partir de dados orbitais, é um instrumento fundamental para apoiar as ações de combate aos desastres de queimadas. “As informações geradas pelo sensoriamento identificam as regiões em que os focos ocorrem e ainda a intensidade que estes estão acontecendo; essas informações são fundamentais para planejar as ações prioritárias como logística e dimensionamento dos recursos necessários à execução de ações de combate ao fogo”, destaca.
O especialista completa afirmando que a tecnologia é fundamental especificamente em um país com as características e dimensões como as do território brasileiro, onde não só o tamanho mas a dificuldade de acesso. “Podemos afirmar que o sensoriamento remoto executado a partir de dados orbitais é o único meio que se apresenta como viável, operacional e financeiramente, para obtenção de dados sobre a detecção e o monitoramento destes”, afirma.

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