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Venturus investe em prototipação acelerada para criação de novos negócios

Com a adoção de Design Sprint, a empresa consegue resolver problemas de processos e entregar o protótipo de um novo produto em apenas 5 dias

Um time de profissionais, de diferentes áreas e expertises, isolados em uma sala e imersos em um ambiente de inovação, sem interferência externa, focados em desenvolver um novo produto em até cinco dias. É difícil de acreditar que seja razoável entregar o projeto nesse prazo, e ainda sem falhas. Não só é possível como é exatamente essa uma das vantagens de quem utiliza os conceitos de Design Sprint em processos de criação e o Venturus, um dos maiores centros privados de pesquisa e inovação do Brasil, adotou a metodologia para transformar sua estratégia comercial e melhorar a performance nas vendas e do seu processo de criação de novos produtos.

O Design Sprint é uma metodologia intuitiva, prática, colaborativa e que coloca o usuário no centro do processo desde o início. Derivada do Design Thinking, a metodologia serve para que as equipes possam criar e prototipar soluções de forma ágil e estruturada. O objetivo do Design Sprint é dar vida a uma ideia com prazos curtos, comprimindo meses de discussões em um ciclo de no máximo cinco dias.
“O jeito de fazer negócios mudou e não há mais espaço para longos debates dentro do processo de criação. A metodologia de prototipação é a ferramenta que todo gestor precisar ter para encurtar esse caminho”, afirma João Maia, diretor de negócios do Venturus.

“Ao inserir colaboradores de áreas distintas, os gestores de TI conseguem ampliar o campo de visão sobre os problemas e as soluções para o produto”, comenta Maia. De acordo com o executivo, ao abrir espaço para que todos participem, a metodologia traz empatia para o processo de criação. “Para desenvolver novos negócios, é necessário aplicar conceitos que valorizem a cultura focada na experiência do cliente”.
Além de empatia, outra vantagem da metodologia é a possibilidade de guiar os participantes em busca da solução de forma democrática e sem hierarquia. “Buscamos humanizar o processo ao deixar todas as pessoas no mesmo patamar para tomada de decisão”, disse o diretor. O diretor ressalta que o objetivo do Design Sprint na estratégia comercial da empresa é reduzir o volume de inconsistências causadas durante a construção dos projetos.

Tempo é dinheiro
Criar um produto novo não é simples, como ter um plano e segui-lo, é necessário testá-lo e entender como as pessoas envolvidas no projeto reagem ao novo negócio. E identificar imperfeições e apresentar correções, despende muito tempo. Um projeto pequeno de aplicativo, por exemplo, demora de 2 a 4 meses para ser desenvolvido. Plataformas mais complexas levam de 6 meses a 1 ano. E quanto mais tempo leva, maior é o custo. Na criação de um novo App, ao usar métodos tradicionais como o levantamento de requisitos, as incertezas e erros na concepção do produto podem consumir até 30% do investimento no projeto. Outra consequência é o aumento do tempo de retorno do que foi investido, já que as correções impactam diretamente no tempo de entrega do novo produto. Depois de pronto, ainda terá outros custos como manutenção e hospedagem em um servidor.

Com Design Sprint é possível reduzir drasticamente esse custo. “Conseguimos entregar o projeto de um App em 40 horas, eliminando desperdícios e assertividade no prazo de entrega. Essa redução impacta diretamente na capacidade de realocar investimentos para outras áreas mais críticas”, afirma Maia.
O Venturus utiliza a metodologia para desenvolver soluções para temas complexos em uma grande empresa do ramo de transporte e logística do Brasil. Além disso, todos os projetos de transformação digital da empresa começam com um Design Sprint, reduzindo incertezas e erros para que as soluções entregues possam trazer benefícios rapidamente para os negócios. A perspectiva da empresa é que em 2019 tenha um incremento de novos projetos derivados dessa metodologia.

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