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Grupo Bridge propõe conceito ‘Colaboração Produtiva’ para empresas que desejam crescer

Ambientes colaborativos com propósito levam as pessoas a se importarem com o coletivo

O Grupo Bridge, empresa de soluções em desenvolvimento humano, há 22 anos no mercado nacional, que já prestou consultoria para diversas empresas no Brasil e em outros países da América Latina, elege o conceito de ‘Colaboração Produtiva’ como uma tendência de sucesso para acelerar o crescimento e sustentação das empresas. A proposta é evidenciar que é possível ser mais produtivo e alcançar melhores resultados estimulando a colaboração ao invés de demasiado foco em competição e apresentar modelo de como conseguir isto na prática. “Ao colaborar, tecemos juntos uma obra e coletamos resultados. Para ser produtivo de fato é preciso fazer melhor a partir das potencialidades de todo mundo”, comenta Celso Braga, sócio diretor do Grupo Bridge.
A proposta do Grupo Bridge para aplicação do modelo de Colaboração Produtiva às empresas consiste, entre outros fatores, em auxiliar as organizações a virar a chave do comportamento individualista para assumir as responsabilidades coletivas, para compreender a interdependência como forma de ver o mundo, sem negar a natureza do indivíduo e, ainda, estimular a forma de expressar o potencial de cada um a favor do coletivo. Celso Braga destaca que as pessoas trabalham com propósito e o objetivo é alcançar impacto relevante a partir de suas ações, sejam corporativas ou pessoais.
O livro ‘Inovação: diálogos sobre colaboração produtiva’ de autoria de Celso Braga, lançado no primeiro semestre de 2017, discute a era de mudanças em que desperta o coletivo e o profundo desejo de bem-estar e o autor define o conceito de ‘colaboração produtiva’ como pessoas que trabalham juntas para um propósito comum, utilizando o máximo de suas potencialidades, em um fluxo contínuo de aprendizagem, mantendo o envolvimento emocional durante o processo.

Como as empresas podem transformar equipes competitivas em colaborativas
Acumulando mais de 25 anos de experiência no mercado e frente à liderança do Grupo Bridge, Celso Braga destaca alguns pontos fundamentais rumo ao modelo de Colaboração Produtiva como confiança mútua, liderança que pensa no colaborativo, potencial, desenvolvimento contínuo e diálogo. “Construir um ambiente de Colaboração Produtiva nas empresas é um processo de longo prazo, mas, quando bem aplicado, a inteligência coletiva mostra a melhor forma de resolver problemas complexos,” explica Braga.

Os primeiros passos para se tornar uma empresa Colaborativa Produtiva
Confiança mútua – A confiança mútua deve ser estimulada para que ideias e sugestões ganhem fluência, afinal é das ideias que nascem as sementes; A relação de proximidade estimula a confiança entre as pessoas e auxilia as equipes na descoberta de novas possibilidades.
Liderança que pensa de forma colaborativa – Líderes com discurso e atitudes colaborativas influenciam diretamente na criatividade, confiança e resultados;
Potencial – Estimular a consciência das pessoas sobre suas potencialidades;
Desenvolvimento contínuo – Despertar o autoconhecimento, estar permanentemente conectado e informado, construir a sua própria bagagem intelectual e profissional;
Diálogo – A troca de ideias, os diferentes pontos de vista e o diálogo facilitam os processos nos ambientes organizacionais, principalmente quando cada indivíduo sente que pertence ao todo e espaço para dar voz a suas ideias e pensamentos;
A cadeia de aplicação que transforma uma empresa em um modelo colaborativo produtivo é personalizada de acordo com cada empresa e necessidade. Segundo Celso Braga, ser parte de algo maior com o objetivo de construir ambientes melhores para viver e conviver é recompensador e os resultados são quase que imediatos. “Vivemos uma nova era, onde todos compartilham os desafios do dia a dia, sendo, assim, facilmente resolvidos”, finaliza Braga.

Como saber se a minha empresa não é Colaborativa Produtiva?
– Os líderes não têm tempo para as pessoas;
– Há conflitos no ambiente de trabalho, como fofoca, por exemplo;
– Não há confiança mútua no ambiente e nas relações interdependentes?